Pesquisa com 620 motoristas apontou que os casos de crianças e adolescentes vítimas de crimes sexuais são mais vistos em rodovias do Norte e Nordeste
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Uma nova pesquisa da Childhood Brasil realizada com caminhoneiros indica que os casos de exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas brasileiras ainda são altos e precisam de maior atenção e fiscalização do poder público para reprimir esse tipo de crime.
Do total de 620 motoristas ouvidos na 5ª edição da pesquisa “O Perfil do Caminhoneiro Brasileiro”, 78,8% afirmaram que a exploração sexual de crianças e adolescentes ainda é um problema nas rodovias. E a maior quantidade de casos, segundo eles, é nas regiões Norte e Nordeste.
“O dado indica maior capacidade [dos caminhoneiros] de identificar e denunciar situações de risco, sinal de conscientização crescente”, avaliou Eva Dengler, Superintendente de Programas da Childhood Brasil.
Segundo os dados, 96% dos caminhoneiros entrevistados afirmaram não ter tido relações sexuais com crianças ou adolescentes nos últimos cinco anos, um aumento expressivo em relação aos 63% registrados na primeira edição, em 2005.
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O estudo pontou que houve um avanço em relação aos dados das edições anteriores, com maior conscientização da categoria e reconhecimento do tema como uma violação grave.
O perfil geral dos caminhoneiros continua sendo de profissionais homens, com cerca de 45 anos e tempo médio de profissão de 17 anos.
Mais da metade deles (54%) afirmaram que é comum ver meninas exploradas sexualmente, e 43% relataram presenciar a exploração de meninos, um aumento considerável em relação aos 32% registrados em 2021.
Além disso, 13,5% dos motoristas contaram ter recebido ofertas de programa sexual com crianças e adolescentes, enquanto 9% presenciaram a exploração de crianças e 11,5% de adolescentes.
Em um sinal positivo de mudança de comportamento, a frequência de motoristas que viram colegas dando carona a crianças ou adolescentes caiu para 3,8% nos últimos cinco anos.
UNIÃO CONTRA A EXPLORAÇÃO SEXUAL
O estudo, em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS), é realizado desde 2010. A primeira edição deu origem ao programa Na Mão Certa, movimento que reúne empresas, governos e sociedade civil com o objetivo de proteger crianças e adolescentes e reconhecer o caminhoneiro como aliado no enfrentamento desses crimes sexuais.
“A união de esforços para erradicar a exploração sexual de crianças e adolescentes só é possível quando baseada em evidências, e nossa pesquisa tem contribuído de forma contínua para demonstrar os impactos positivos já alcançados, ao mesmo tempo em que lança luz sobre desafios, tanto novos quanto persistentes, que ainda precisamos superar”, pontuou Eva Dengler.

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