AMEAÇA
|
Notícia
Trump inclusive não descartou o uso da força para retomar o controle da rota por onde passa cerca de 5% do comércio marítimo mundial
AFP
Publicado em 08/04/2025 às 19:32
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-970×250-1” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-1” });
}
O governo de Donald Trump “não permitirá” que a China “coloque em perigo” a operação do canal do Panamá, advertiu nesta terça-feira (8) o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, durante uma visita ao país centro-americano.
Hegseth é o segundo alto funcionário americano a visitar o Panamá desde que Trump chegou à Casa Branca em janeiro e prometeu, sob o argumento de que está sob influência da China, “recuperar” o canal construído pelos Estados Unidos.
“Hoje o canal do Panamá enfrenta novas ameaças. Os Estados Unidos não permitirão que a China comunista nem qualquer outro país coloquem em perigo a operação nem a integridade do canal”, disse o chefe do Pentágono em um discurso em uma base naval localizada na entrada da via pelo Pacífico.
Trump inclusive não descartou o uso da força para retomar o controle da rota por onde passa cerca de 5% do comércio marítimo mundial, entregue ao Panamá pelos Estados Unidos em 1999, em virtude de tratados bilaterais.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
Hegseth, que chegou ao Panamá na madrugada de segunda-feira e se reuniu nesta terça-feira com o presidente José Raúl Mulino, assegurou que ambos os países reforçarão a cooperação para manter “o canal seguro” e afastá-lo da “influência” chinesa.
“Quero ser muito claro. A China não construiu este canal, não opera este canal. E a China não armará este canal”, afirmou o chefe do Pentágono, que visitará nesta tarde as eclusas da estratégica via interoceânica.
Em reiteradas ocasiões, Mulino negou que Pequim opere ou influencie na operação da rota, e assegura que “o canal é e continuará sendo do Panamá”.
No entanto, o secretário de Defesa norte-americano insistiu que “empresas chinesas continuam tendo controle sobre a infraestrutura crítica na zona do canal”.
“Isso dá à China a possibilidade de realizar atividades de vigilância, (…) isso faz com que Panamá e Estados Unidos sejam menos seguros”, acrescentou.
“Trump, tire suas mãos do Panamá”
Washington considera uma “ameaça” à segurança nacional e regional o fato de a empresa Hutchison Holdings, de Hong Kong, operar os portos de Balboa (Pacífico) e Cristóbal (Atlântico), em ambas as entradas do canal.
Na segunda-feira, pouco antes da chegada de Hegseth, a Controladoria do Panamá divulgou os resultados de uma auditoria segundo a qual a subsidiária da empresa chinesa descumpriu o contrato e, entre várias irregularidades, não entregou ao país cerca de 1,2 bilhão de dólares (R$ 7,12 bilhões) que lhe correspondem pela concessão para operar esses portos.
Em meio às tensões pelo canal, a Hutchison anunciou em 4 de março que venderia 43 portos em 23 países, incluindo suas operações no Panamá, a um consórcio americano. Mas o negócio não foi fechado em 2 de abril, como estava previsto, devido a uma investigação em andamento dos reguladores chineses.
Essa transação foi considerada por Trump como parte do processo para “recuperar” o canal.
A visita de Hegseth ao Panamá segue à realizada em fevereiro pelo secretário de Estado, Marco Rubio, que pediu ao governo do Panamá medidas concretas para reduzir a presença da China no país.
Durante essa visita, Mulino anunciou que não renovaria o acordo comercial e econômico conhecido como a Faixa e a Rota da Seda, projeto emblemático do governo de Xi Jinping, assinado em 2017 pelo Panamá.
O chefe do Pentágono elogiou nesta terça-feira essa decisão de Mulino: “É um reflexo de quão bem seu governo entende a ameaça que a China representa”.
O ministro da Segurança do Panamá, Frank Abrego, assegurou que discutiu com Hegseth, que participará na quarta-feira de uma conferência de segurança com funcionários centro-americanos, formas de fortalecer “a cooperação regional”.
Enquanto o secretário de Defesa se reunia com Mulino, cerca de 200 pessoas, convocadas por sindicatos e organizações de esquerda, protestaram no centro da cidade contra sua visita.
Os manifestantes agitavam bandeiras panamenhas e queimaram a dos Estados Unidos. Um dos cartazes que carregavam dizia: “Trump, tire suas mãos do Panamá”.

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik-despensa-organizada-com-p-2877725856.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)


/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik-pessoa-organizando-a-casa-2877730824.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)





/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik-closeup-de-mao-limpando-s-2877732586.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)


/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik-despensa-organizada-com-p-2877725856.jpg?w=150&resize=150,150&ssl=1)


/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik-pessoa-organizando-a-casa-2877730824.jpg?w=150&resize=150,150&ssl=1)
