Enquanto aguarda o guia eleitoral, eleitor segue meditando se vale a pena sair de casa para apertar o ‘confirma’ na urna eletrônica

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Enquanto aguarda o guia eleitoral, eleitor segue meditando se vale a pena sair de casa para apertar o ‘confirma’ na urna eletrônica


Presidente do Banco Central aponta que “o país caminha para prazos mais curtos para quitar dívidas. Republicanos tem seus motivos para a neutralidade


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APOSTANDO ALTO
Autor da liminar que barrou pesquisa AtlasIntel que dá dianteira “considerável” de Lula da Silva (PT) contra Flávio Bolsonaro (PL), o ministro Nunes Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), calcula que terá maioria para manter o veto à enquete.

JABUTICABA TUPINIQUIM
Para o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, “o país caminha para um arranjo de pagamentos” e que é preciso que sejam adotados prazos reduzidos para que os usuários endividados quitem suas dívidas em períodos menores.
– Seria bom parar pra pensar nessa expressão: ‘passa à vista no crédito. Quando você olha pro resto do mundo, isso não existe. Se passa no cartão, vai quitar em dois dias; na Argentina, por exemplo, é em 15. A gente aqui no Brasil vai quitar em 30 dias, lembrou.

QUE FIQUE CLARO
O ex-prefeito de Petrolina ainda não se sente 100% preterido na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD). Ao se referir à governadora e Priscila Krause, vice governadora, Miguel Coelho (União Brasil) se insere nesse time.
– Um time que acredita no trabalho, [e que] faz Pernambuco avançar, escreveu em rede sociais.

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NEUTRALIDADE ‘MA NON TROPPO’
O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, admitiu que não foi “nenhum assédio” do Planalto que fez a legenda anunciar a neutralidade nas eleições presidenciais. Pelo que a coluna apurou, há uma “profunda” resistência à possibilidade de apoiar Flávio Bolsonaro.

SENTINDO FALTA
Pode até ser que lhes falte “lugar de fala”, como dizem algumas estudiosos em assuntos aleatórios, mas a decisão do ditador Daniel Ortega, da Nicarágua, de cassar a “OAB” de mais de 2 mil operadores do direito, naquele país, talvez merecesse pelo menos uma nota de repúdio da ordem, no Brasil.

‘VALEI-ME DEUS’
Embora entra ano e sai ano e o presidente Lula da Silva (PT) não cumpra a promessa de aumentar os investimentos destinados a fortalecer as Forças Armadas, o petista fez uma comparação entre a crença em Deus e as Forças Armadas.
– As Forças Armadas são que nem Deus. Você pode não acreditar, mas, quando tiver a primeira dor de barriga, fala: ‘Ai, meu Deus’, brincou o presidente.

GUERRA AO PARAGUAI
E lembrou que no Brasil, “gostamos de paz”, mas uma invasão paraguaia ao país, entre dezembro de 1864 e março de 1870, custou aos cofres brasileiros “três orçamentos na época”.
– Quando você entra em guerra, você não fica perguntando se tem dinheiro ou não tem dinheiro, advertiu Lula.

SE ARREPENDIMENTO MATASSE…
… a coluna estaria fazendo o obituário do ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga. O economista qualificou a situação econômica e fiscal do Brasil como um quadro desastroso. Segundo Fraga, o Brasil “caminha para um cenário preocupante”, atribuindo a responsabilidade ao governo Lula, a quem ele apoiou no segundo turno.

TAPETE AZUL
O presidente Javier Milei (La Libertad Avanza) será recebido no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, com tapete azul, as cores do país vizinho. Impedido de visitar o “amigo”, Jair Bolsonaro (PL), após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, Milei espera receber afago do governador de São Paulo, Tarcisio Gomes de Freitas (Republicanos).

PENSE NISSO!
Já não era sem tempo. O uso do prefixo “pré” para designar que um candidato com estrutura, com dinheiro e discurso ainda não pode ser assim qualificado está com as horas contadas. E a Justiça Eleitoral fazendo vista grossa.

Com as convenções acontecendo por esses dias, o dinheiro vai continuar “escorrendo pelo ralo”, mas pelo menos ninguém vai se acobertar por trás do prefixo “pré”.

No aguardo do guia eleitoral, o eleitor segue palitando os dentes enquanto aguarda propostas que justifiquem perder algum tempo para analisar quem é melhor ou quem não merece a devida atenção.

Pense nisso!

 

 






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