Deusirene Alves Oliveira: A ‘gestão’ mais sagrada

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
Pocket
WhatsApp
Deusirene Alves Oliveira: A ‘gestão’ mais sagrada



Ser mãe me ensinou que a vida não é ter metas batidas; é um ciclo de entrega e a missão de ser mãe é, essencialmente, a missão de ser serva

Por

JC


Publicado em 17/05/2026 às 0:00

Clique aqui e escute a matéria

Muitas vezes, minha trajetória é lida pelo currículo: a experiência no setor bancário, na gestão estratégica, o MBA ou os cargos administrativos ocupados. No entanto, convido você a olhar para algo mais sagrado: o dom da maternidade.

Recentemente, no encontro com as mães colaboradoras da Fundação João Paulo II, senti vontade de tirar o blazer e dizer: “Aqui, não estou como diretora, mas como mãe; estou em casa.” Foi um gesto que resumiu bem o que vivo hoje: meu “indicador de desempenho” mais desafiador e apaixonante é ver o sorriso do meu filho de três anos.

Lembro-me de que, quando cheguei de Natal (RN), senti o impacto da mudança para Cachoeira Paulista (SP). Hoje, entendo que o “estar em casa” não é apenas uma questão geográfica, mas um estado do coração.

Ao longo da minha vida, gerir recursos e enfrentar crises fez parte da minha rotina. Mas nada me preparou de maneira tão profunda para compreender e cuidar do ser humano quanto a maternidade.
Se na Canção Nova buscamos formar “Homens Novos para o Mundo Novo”, compreendi que minha maior missão de evangelização não acontece apenas nas reuniões estratégicas, mas também no chão da sala, entre blocos de montar e perguntas do meu filho, como: “Mamãe, Jesus também brincava quando era criança?” Perguntas que não cabem em planilhas, mas transformam o coração.



Source link

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
Pocket
WhatsApp

Nunca perca uma notícia importante

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *