Continente é cultura em movimento

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Continente é cultura em movimento


Para marcar os 25 anos da Revista Continente, estudantes universitários produzem websérie baseada em reportagens de capa da publicação da Cepe



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Das muitas e boas histórias contadas em um quarto de século pela Revista Continente, publicada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), foram selecionadas algumas que viraram temas de websérie especial – a veiculação teve início no sábado, 23, e segue nesse mesmo dia, uma vez por semana. A série “Revista Continente Multicultural em Movimento” terá dez episódios, tendo sido produzida por estudantes de cinema e jornalismo, jovens da periferia do Recife e de outras cidades da Região Metropolitana. Cada participante recebeu uma bolsa no valor de R$ 1.000 por suas contribuições. “Asseguramos o protagonismo de cada jovem e ajudamos a revelar talentos que certamente serão absorvidos pelo mercado”, destaca o presidente da Cepe, João Baltar Freire.
Em parceria com o bachalerado em Design da CESAR School, e trilha sonora de Leopoldo Conrado Nunes, a websérie que tem como base um acerco de edições recheados de diversidade, enfoques e reflexões obre a cultura pernambucana e brasileira, conta com a coordenação da jornalista Mariana Fantato, para quem a iniciativa “foi uma grande experiência e uma troca para todos porque mexeu com a vida das pessoas que fizeram parte do time. Todos são jovens, com projetos e expectativas, e deixamos esses sonhos mais reais para eles”, afirmou.
A websérie da Continente está disponível no canal da Cepe no YouTube.

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Mil novecentos setenta cinco

Cristiano Santiago Ramos lançou neste sábado, 23, o romance “Mil novecentos setenta cinco”, no Recife. Publicado pela Patuá, o livro traz história que se passa durante a ditadura brasileira, e “investiga as marcas íntimas deixadas pela violência política sobre corpos, afetos e memórias”. A obra propõe “uma reflexão sobre aquilo que insiste em permanecer mesmo depois da violência, do desaparecimento e do silêncio”.

Oluyiá no Quilombo dos Palmares

Com incentivo do Sistema de Incentivo à Cultura da Prefeitura do Recife, a Cubzac lançou na sexta e no sábado, na capital pernambucana, o infantojuvenil “Oluyiá no Quilombo dos Palmares”, de Paulo Santos, com ilustrações de Ayodê França. A obra narra a história de uma adolescente de 11 anos que vivencia os ataques ao mocambo da família, e se esconde na floresta para fugir. Os eventos de lançamento foram num ponto de leitura, numa biblioteca e nun terreiro, e tiveram participação da atriz e contadora de histórias Kika Farias, além de conversa entre o autor dos textos e o ilustrador.

 


Divulgação

Eliane Sato publica pela Editora Gente – Divulgação

Amar é viver o extraordinário

Eliane Sato lançou em Londrina (PR), na terça, 19, “Amar é Viver o Extraordinário”, livro que “une neurociência, comportamento humano e experiências práticas para mostrar como o amor pode impactar diretamente a saúde mental, a qualidade das relações e o bem-estar”. A autora é especialista em neurociência, mentora de lideranças e palestrante, com experiência de mais de 25 anos em desenvolvimento humano e profissional. A publicação é da Editora Gente.

 


Divulgação

Capa do livro sobre encantos e a realidade do futebol – Divulgação

A Terra é redonda

Milly Lacombe e Jamil Chade assinam a autoria de “A Terra é redonda – um bate-bola sobre política, paixões e futebol”, publicado pela Nós. Nas livrarias a partir de 1º de junho, a obra aborda a paixão das massas, sem deixar de tratar de temas como violência e corrupção. Às vésperas de mais uma Copa, o livro também debate identidade e nacionalismo.

EnvelheCer

Raíza Figuerêdo promove mais uma edição do Ateliê do EnvelheCer para mulheres acima de 60 anos, no Recife. A proposta é fazer um encontro que proporcione experiências criativas com a palavra, através da escrita e da poesia. Raíza é psicóloga, arteterapeuta, escritora e professora-pesquisadora em psicologia da arte. Na sexta, 29, a partir das 9h da manhã. Informações: (81) 99930-6001.

Prêmio Pallas

Ainda dá tempo para se inscrever no Prêmio Pallas de Literatura, voltado a escritoras e escritores brasileiros autodeclarados negros, desta vez, na categoria Contos. A editora Mariana Warth explica que “muitos autores começam experimentando narrativas curtas, e queremos que o prêmio seja também um espaço de descoberta e circulação dessas vozes”. A obra vencedora será publicada em 2027. Até a próxima sexta, 29, os originais devem ser enviados junto com um formulário disponível em www.premiopallas.com.br.

 






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