Desde que foi criada, há uma década, a retrospectiva musical do Spotify se tornou um dos principais tópicos de discussão nas redes sociais durante o fim do ano, firmando-se como um fenômeno cultural durante esse período.
Usuários do aplicativo compartilham em seus perfis quais foram as músicas e os artistas que mais ouviram, rendendo piadas, memes e algumas polêmicas.
Este ano não poderia ser diferente. No X, antigo Twitter, a tag “Spotify” registrou cerca de 1 milhão de posts, atingindo o primeiro lugar dos assuntos mais comentados da rede. Esse burburinho todo foi potencializado por um novo recurso —a idade musical dos ouvintes de acordo com as músicas e os artistas que eles ouviram ao longo de 2025.
Nas redes, a categoria virou meme após diversos internautas terem compartilhado suas idades musicais. O tempo que os usuários passaram ouvindo música também foi alvo de comparações, com pessoas ultrapassando os 200 mil minutos e outras que não chegam a 10 mil.
A popularidade da retrospectiva é tamanha que outras plataformas decidiram pegar carona nesse sucesso. É o caso do prestigiado dicionário MerriamWebster, que fez um post nas redes parodiando o projeto. O que hoje é uma campanha ambiciosa começou de forma bem mais modesta em 2015.
À época, a plataforma lançou a iniciativa “Year In Music” —algo como o ano na música, em português—, uma espécie de embrião da retrospectiva. O projeto mudou de nome em 2016, quando passou a ser conhecido como retrospectiva musical.
Foi nesse momento que o Spotify lançou uma playlist com as músicas que os ouvintes mais escutaram ao longo do ano, uma das funcionalidades mais populares do aplicativo.
Conforme o tempo foi passando, a retrospectiva ficou cada vez mais ambiciosa e personalizada, conquistando de vez a atenção dos internautas com recursos criativos e designs ousados.
Em 2023, por exemplo, a plataforma lançou uma funcionalidade chamada “Sound Town” —cidade do som, em português. O recurso permitia que os ouvintes descobrissem as regiões do mundo com as quais eles tinham mais afinidade em termos musicais.
No ano passado, a retrospectiva voltou a chamar a atenção com um recurso que mostrou a evolução musical dos usuários da plataforma. Para isso, o serviço de streaming classificou as fases do ano de acordo com aquilo que as pessoas ouviram.
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