O Ursinho Pooh, personagem conhecido no mundo todo desde que a Disney passou a animar os livros de Alan Alexander Milne e Ernest Howard Shepard nos anos 1960, completa cem anos. A franquia é uma das mais duradouras da literatura infantil e da animação mundial.
Escrito por Milne e ilustrado por Shepard, o ursinho nasceu no Reino Unido nos anos 1920, tendo sua primeira aparição oficial em jornal publicada em 1925. Um ano depois, foi lançado o livro que consagrou o personagem.
A turma de Pooh é composta pelo burrinho deprimido Ió, o neurótico Coelho, o tímido Leitão e o agitado Tigrão. Todos eles são bichinhos de pelúcia com vida que moram no Bosque dos Cem Acres e recebem visitas do menino Christopher Robin.
Na vida real, Christopher Robin era o filho de Milne, e os animais que habitavam o bosque eram baseados nos brinquedos de pelúcia do garoto.
Ingênuo e louco por mel, Pooh e seus amigos ganharam uma dimensão ainda maior fora das páginas a partir da década de 1960, quando a Disney adquiriu os direitos da obra e passou a produzir curtas, filmes e séries animadas. Em 2003, o ursinho também virou atração na Disneylândia, parque de diversões do estúdio, na Califórnia e, nos anos seguintes, em Orlando e em Tóquio, no Japão.
A adaptação manteve a essência afetuosa e poética dos livros originais, transformando o urso de camiseta vermelha em um ícone global da cultura pop. “Pooh é, sem dúvida, um mensageiro de alegria”, disse o animador Mark Henn, da Disney, em entrevista à AFP. O apelo universal de Pooh tem relação com a forma simples e um tanto filosófica com que aborda temas profundos como amizade, empatia e aceitação das diferenças.














