Debate da Rádio Jornal desta segunda-feira (11) reuniu lideranças do setor para falar sobre investimentos e a Exposição de Animais do Cordeiro
Publicado em 11/11/2024 às 21:41
| Atualizado em 11/11/2024 às 21:59
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Com a realização da 81ª edição da Exposição de Animais do Cordeiro, na Zona Oeste do Recife, o debate desta segunda-feira (11) da Rádio Jornal projetou o momento atual do agronegócio em Pernambuco. Com mais investimentos em infraestrutura a percepção é de que o Estado tem fomentado o agronegócio e arranjos produtivos locais. O debate teve a mediação do apresentador Tony Araújo, e contou com a presença do presidente da Sociedade Nordestina dos Criadores (SNC), Delmiro Gouveia, além do deputado estadual e presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Doriel Barros (PT), e da gerente de Fomento, Inovação e Arranjos Produtivos da Associação de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco (Adepe), Meiryelen Gomes.
Delmiro destacou a expectativa para a Exposição, no contexto de ambiente de negócios para o evento, enfatizando esperar um total de R$ 40 milhões em realizações de negócio na feira. Para Delmiro, as possibilidades de negócios a serem realizados vão ainda além.
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“O ambiente hoje se configura propício ao desenvolvimento do agronegócio. O estado vem investindo em infraestrutura, vem dinamizando o trato com o produtor, e a nossa expectativa é algo em torno de R$ 40 milhões em realizações de negócio ao longo da feira, mas que não é concretizado aqui na feira, mas após a feira há prospecção, há a continuidade das tratativas. […] Os negócios fluem. Inclusive, não é só o médio e o pequeno produtor, o pequeno agricultor, não. O Pronafeano (filiado ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) também está aqui, se faz aqui presente, o pessoal do artesanato se faz aqui presente. Então é muito importante dizer que essa é uma feira múltipla”, disse.
O presidente da SNC também destacou a atuação da governadora Raquel Lyra, citando a realização de obras de infraestrutura em Pernambuco, após ser perguntado por dificuldades que venham a ser encontradas na produção no Estado. Delmiro Gouveia destacou que as questões com estradas e água em Pernambuco são “gargalos que ficaram para trás”.
“Se você não tem estradas para escoar a produção, é o seu primeiro gargalo. Aquele que mais sofre é o pequeno produtor. Então, é de suma importância parabenizar o Governo do Estado, com esse programa PE na Estrada. Aquele produtor, o pequeno produtor, que mais sofre, porque o grande produtor, o médio produtor, ele encontra, utiliza da estrutura financeira e consegue escoar, claro que elevando um custo, mas consegue escoar, o pequeno não. Então ou ele vende ou ele perde a mercadoria. […] Outro gargalo é a questão das barragens, o Governo do Estado lançou o Águas de Pernambuco. Sem água não há vida. Temos uma diferença climática significativa, como bem frisou o nobre deputado Doriel, e que se não houver investimento em barragem, aquele povo do sertão do Moxotó, do Araripe, até do Agreste mesmo, que você também necessita de água, sim, é de suma importância isso. Então esses são os gargalos que ficaram pra trás e que agora estão sendo observados”, disse.
Delmiro complementou, reforçando a importância de investimentos em estradas para escoamento da produção, citando os efeitos na cadeia produtiva da cana de açúcar, enfatizando que “sem infraestrutura não se escoa a produção”.
“Você tem aí um contingente significativo nessa sazonalidade da cana de açúcar e que temos milhares de trabalhadores envolvidos. Se você não tem estrada, o trabalhador não chega, a safra não chega aos nossos portos, não chega aos nossos comerciantes através do açúcar, as nossas distribuidoras de combustível, através do álcool. Então é de suma importância estrada para o desenvolvimento, sem infraestrutura não se escoa a produção. Então isso aí é um relato que eu como produtor, temos aqui vários produtores de grande porte, de médio porte e de pequeno porte aqui e entendemos da importância das águas e principalmente de estrada para o escoamento da nossa produção”, completou.
Já o deputado Doriel Barros apontou a importância da atuação da Comissão de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural da Alepe, no contexto econômico estadual. Para o petista, o campo tem “um valor e uma importância muito grande” na economia de Pernambuco, destacando a necessidade de ações do governo federal e do governo do Estado.
“Pernambuco é um estado onde o campo tem um valor e uma importância muito grande na economia. Você tem a maioria dos municípios do estado de Pernambuco que tem como base a Agricultura. Então por isso requer uma atenção muito grande porque aí você tem um uma um número de famílias, de pessoas, de população envolvidas muito grande e que precisa portanto, tanto da ação do estado, governo do estado, como ação do governo federal, para potencializar, para permitir que essas cadeias produtivas elas possam existir e ao mesmo tempo eh gerar renda, gerar condições de o Estado poder ter uma economia forte. Nesse sentido a Assembleia Legislativa é uma caixa de ressonância dessas demandas que chegam do campo, do meio rural, do agronegócio, da agricultura familiar”, afirmou.
Detalhando a atuação da comissão, Doriel citou o papel na criação de leis para viabilizar mais investimentos e mais produção, além do acompanhamento das ações federais e estaduais, enfatizando que as ações criam as condições para a produção, além da geração de emprego e renda.
“Em um primeiro momento, a comissão tem esse objetivo de buscar, permitir que o Estado consiga chegar até aquele público, que em tese não poderia, porque não tinha uma lei aprovada, então nossa atuação tem sido nessa direção. Segundo é esse papel de acompanhar, de ver realmente se essas ações estão chegando na ponta, se isso está fazendo a diferença na vida das pessoas. Nem todo grande produtor foi grande desde sempre, ele já foi pequeno produtor, médio produtor e o que é que fez ele chegar a ser um grande produtor? Claro, a insistência, a perseverança, mas também o apoio do Estado. Uma atuação ali do Governo do Estado, do Governo Federal, seja em um financiamento, seja na infraestrutura, que é isso que a gente precisa que o Estado faça. Permita com que a gente consiga ter as condições dadas pra que as pessoas com esse apoio possam produzir, possam gerar renda, gerar empregos, porque é isso que Pernambuco precisa”, disse.
Doriel Barros também elencou obras realizadas em Pernambuco, destacando as parcerias entre o governo Lula e o governo Raquel Lyra. Para o deputado petista, as parcerias são “fundamentais” para o crescimento da economia em todo o Estado.
“Quando você vê a adutora do agreste implementada com recursos do governo federal, com apoio do governo do estado pra que a gente consiga chegar com a água pra quem vive na cidade, mas também fazer mini adutoras, os ramais para as atividades, para ir para os distritos, para o campo, quando você tem o Governo agora fazendo a duplicação da 423 que vai ligar São Caetano a Garanhuns, que a gente está falando da maior bacia leiteira do estado de Pernambuco. […] Então a infraestrutura, o apoio do estado e do governo federal, são fundamentais para a gente ter essa atividade cada vez mais crescente, porque Pernambuco tem um campo muito grande de oportunidades”, disse.
Destacando a atuação da Adepe e do Governo do Estado no setor, Meiryelen Gomes enfatizou os programas de incentivo e fomento, além de arranjos produtivos para pequenos produtores, ressaltando o acompanhamento das ações.
“Bem, a gente sabe que nosso estado de Pernambuco é muito vasto, nós temos várias vocações econômicas, vários arranjos produtivos espalhados pelo nosso Estado e a gente sabe da importância da agropecuária aqui na nossa região. A Agência de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco, que atua diretamente com o Governo do Estado, tem justamente estratégias e programas que visam fomentar, ajudar o agropecuário, com vários arranjos produtivos. Inclusive nós temos até um programa do PE Produz que serve pra incentivar, fomentar esses arranjos produtivos. […] A ADEPE tem um foco do desenvolvimento das grandes indústrias, mas também tem um olhar, a atenção, voltada ao pequeno produtor. Então a gente consegue abraçar, desenvolver, do grande ao pequeno. A gente consegue fazer de forma específica, de acordo com a necessidade de cada comunidade, de cada região e com isso conseguir desenvolver”, disse.



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