Pesquisadora chama atenção para a covid-19, que tem afetado principalmente a população idosa, mas também impacta crianças pequenas e outros grupos
Publicado em 15/02/2025 às 20:23
| Atualizado em 15/02/2025 às 20:38
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O retorno ao ano letivo (temporada em que as crianças passam mais tempo em ambientes fechados, em maior contato e com menor circulação de ar) favorece a transmissão dos vírus respiratórios. Em meio a esse cenário de volta às aulas, o boletim InfoGripe da Fiocruz alerta para a tendência de aumento de casos de síndrome respiratória aguda grave (srag) entre crianças e adolescentes, especialmente entre 5 e 14 anos.
O balanço traz análise referente à semana epidemiológica 6, que abrange o período de 2 a 8 de fevereiro.
De acordo com a pesquisadora Tatiana Portella, do Programa de Computação Cientifica da Fiocruz e do Boletim InfoGripe, esse panorama tem sido registrado principalmente no Estado de Goiás e no Distrito Federal.
Diante desse quadro, a especialista recomenda que, caso a criança ou adolescente apresente algum sintoma de síndrome gripal, deve evitar ir para a escola.
“A orientação é ficar em casa em isolamento, recuperando-se da infecção, para evitar transmitir o vírus para outras crianças dentro da escola e, assim, quebrar a cadeia de transmissão desses vírus respiratórios que possa estar ocorrendo”, destaca Tatiana.
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“Se não for possível manter a criança dentro de casa em isolamento, a recomendação é que, caso ela já tenha idade adequada, vá para a escola usando uma boa máscara, especialmente dentro da sala de aula”, acrescenta.
Atenção para a covid-19
A pesquisadora chama a atenção ainda para a covid-19, que tem afetado principalmente a população mais idosa, mas também impacta crianças pequenas e outros grupos de risco.
“A gente pede que essas pessoas estejam em dia com a vacinação contra o vírus para evitar desenvolver as formas mais graves da doença. Além disso, é importante que essa população, principalmente as pessoas que residem em estados com aumento de casos de srag por covid-19, use máscaras em locais fechados e também dentro dos postos de saúde.”
No cenário nacional, a atualização mostra que os casos de srag continuam em baixa ou em queda na maioria dos Estados do Nordeste, Sudeste e também do Sul do País.
Em relação à região Norte (no Amapá, Rondônia, Tocantins) e também na região Centro-Oeste (em Mato Grosso), a atualização verificou crescimento dos casos de srag associado à covid-19, especialmente entre os idosos.
“Contudo, em alguns outros estados da região Norte, como Amazonas, Pará e Maranhão, a gente já tem observado o início de reversão desse crescimento e até mesmo queda do número de novos casos graves por covid-19”, informa a pesquisadora.
Na presente atualização, sete unidades federativas apresentam incidência de srag em nível moderado ou alto: Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Roraima e Tocantins. Entre elas, cinco também sinalizam tendência de crescimento de srag: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Tocantins.
A pesquisa aponta ainda a manutenção do crescimento de casos de srag, especialmente entre os idosos, em alguns estados do Norte, como Amapá, Rondônia e Tocantis, além de Sergipe e Mato Grosso. O Amazonas também vinha apresentando aumento de casos de srag associado à covid-19. Porém, nas últimas semanas, já há sinais de desaceleração.
Em Goiânia e Distrito Federal, o aumento de srag ocorre na população de até 49 anos, com destaque para crianças e adolescentes de 5 a 14 anos.
O Rio de Janeiro também apresenta crescimento de ocorrências de srag entre crianças e adolescentes de 5 a 14 anos, embora a incidência ainda seja baixa.
Oito capitais apresentam nível de atividade de srag moderada, alta ou muito alta. São elas Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Cuiabá (MT), Goiânia (GO), Manaus (AM), Palmas (TO) e Porto Velho (RO). Dentre essas, cinco também mostram sinal de crescimento de SRAG – Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Cuiabá (MT), Goiânia (GO) e Porto Velho (RO).
Covid ainda lidera entre casos e óbitos
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 52,3% para coronavírus; 6,8% para influenza A; 2,4% para influenza B; 14% para vírus sincicial respiratório (VSR); 17,7% para rinovírus.
Em relação aos casos positivos dde 2025, observa-se 50.7% para coronavírus; 6,7% para influenza A; 3,1% para influenza B; 12,2% para VSR; 20,1% para rinovírus.
Entre os óbitos, a prevalência entre os casos positivos foi de 83,5% para coronavírus; 5,9% para influenza A; 0.7% para influenza B; 2,6% para VSR; 5,1% para rinovírus.

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