Alguns acreditam piamente que nada lhes cai mal, suas vontades, desejos e projetos importam, os outros devem ser “neutralizados”…
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Marielle foi brutalmente assassinada, vítima de muitos fatores. O principal, quem sabe, é tentar se opor a pessoas que não conhecem limites.
Alguns acreditam piamente que nada lhes cai mal, suas vontades, desejos e projetos importam, os outros devem ser “neutralizados”. À margem da sociedade e dentro dela, contribuem para o infindo arder de brasas.
Não apenas no caso acima mencionado e, portanto, em tantos outros, os repórteres tentam captar e retransmitir o sentimento dos familiares. Quase sempre a resposta pede “justiça” ou “foi feita justiça”.
O mundo foi se formando com regras, códigos e as penas foram evoluindo para a reeducação. Hamurabi em seu texto e coletânea de casos, apontou regramento para devolver ao ofensor um castigo ou retribuição igual à ação promovida. Ficou famoso por tocar na alma humana – dar castigo igual.
Cristo veio ao mundo com uma outra visão, perdoando e dando a outra face. Passados séculos, se atingidos, esquecemos os ensinamentos e nossa fé vai para as cucuias.
Rezo para que nada aconteça. Sentimento de justiça não vale a pena. Perder um ente querido não se resolve com o enclausuramento de ninguém. Que o insociável deve ficar apartado da sociedade, isso não tenho dúvida, porém, o que importa mesmo é prevenir.
O Estado cria prisões e nada melhora. Governos e desgovernos outros aplicam penas muito severas, até de morte e não se evita o crime. O homem está na terra há milhões de anos e não se resolve essa inumanidade.
Parece que carregamos nos nossos cromossomos o gene lá das cavernas, antessala da civilização, tudo latente e pronto para explodir ao menor sinal de provocação.
O homem dito civilizado guarda em sua caixa o não civilizado, aí é que reside a genialidade da frase de Ortega y Gasset “Eu sou eu e minha circunstância. E se não salvo a ela, não me salvo.”
O homem tem que ser educado desde o seu nascimento. Tem que ser criado como pacifista, negar e não praticar a violência.
O difícil é acreditar com os exemplos dos atuais presidentes dos EUA e da Rússia.
Ver um sujeito preso não melhora a perda sofrida, pode ser justo, mas o sentimento de perda de uma pessoa não se dissipa. Os mortos não levantam, não consolam nem acompanham. O caminho sem ninguém é muito solitário.
A prisão deve ser vista como a necessidade de evitar novos crimes pelo apenado e dar paz e ordem para que a sociedade evolua sem aquele que dela não pode fazer parte.
Qual é o tempo necessário de afastamento? A resposta deveria ser dada por um profissional da área médica. Os apenados somente deveriam ganhar a liberdade após conclusão de que não vão reincidir.
No atual cenário em que o mundo está, poucos pacifistas devem surgir e sobreviver.
Uma pena que percamos o planeta pelas nefastas ações dos vândalos e débeis mentais. Oxalá venha para curar tudo e recriar o mundo.
Carlos Carvalho – Advogado.

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