Câncer de pâncreas: como um check-up de rotina salvou radialista de uma doença silenciosa

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Câncer de pâncreas: como um check-up de rotina salvou radialista de uma doença silenciosa



Sem apresentar os sintomas clássicos, Sidney Cunha, de 48 anos, descobriu um tumor no pâncreas em estágio inicial.

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Considerado um dos tumores mais letais e silenciosos, o câncer de pâncreas costuma ser diagnosticado em fases avançadas, quando as chances de cura são mínimas. No entanto, a história do radialista Sidney Cunha contraria as estatísticas e serve como um alerta vital sobre a importância da prevenção médica.

Acostumado a realizar exames preventivos anualmente, Sidney notou apenas uma cólica diferente, esporádica, entre novembro e dezembro de 2024. Ele não apresentava os sinais clássicos da doença, como fortes dores nas costas ou a pele e os olhos amarelados – sintoma conhecido por icterícia.

Foi a persistência no check-up de rotina, no início de 2025, que permitiu que um exame de ultrassonografia identificasse uma alteração suspeita: o contorno do pâncreas estava arredondado.

Após uma série de exames complexos, incluindo tomografia, ressonância magnética e biópsia, veio o diagnóstico que mudaria a vida dele: um adenocarcinoma no estágio dois, localizado na cabeça do pâncreas.



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