Imunizante do Instituto Butantan será incluído no calendário nacional de vacinação; Ministério da Saúde prevê ampliar o acesso a partir de 2026.
JC
Publicado em 26/11/2025 às 20:25
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu parecer favorável, nesta quarta-feira (26), para a primeira vacina contra a dengue 100% nacional. Produzido pelo Instituto Butantan, o imunizante teve sua segurança e eficácia comprovadas e será disponibilizado exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
O Ministério da Saúde confirmou que fará a inclusão da vacina no calendário nacional. A expectativa da pasta é garantir a oferta e ampliar o acesso à população a partir de 2026, respeitando a capacidade produtiva do laboratório.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a importância da autonomia nacional na produção. “A grande novidade agora é termos uma vacina 100% nacional que nos permitirá definir uma estratégia para todo o país de proteção da nossa população”, afirmou.
Para garantir escala de produção, o Butantan firmou uma parceria com a empresa chinesa WuXi, articulada pelo governo federal.
Eficácia e público-alvo
A nova vacina utiliza a tecnologia de vírus vivo atenuado e é aplicada em dose única, protegendo contra os quatro sorotipos do vírus da dengue.
Nos estudos clínicos, o imunizante apresentou uma eficácia global de 74,7% contra a dengue sintomática. O destaque, no entanto, foi a proteção de 89% contra as formas graves da doença e casos com sinais de alarme.
A indicação aprovada pela Anvisa é para pessoas na faixa etária de 12 a 59 anos. O Ministério da Saúde informou que, na próxima semana, um comitê de especialistas definirá a estratégia de vacinação e os grupos prioritários.
Investimento e cenário atual
O desenvolvimento da vacina contou com apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que investiu R$ 97,2 milhões para custeio de ensaios clínicos e infraestrutura.
A aprovação ocorre em um momento de queda nos números da doença. Até outubro de 2025, o Brasil registrou 1,6 milhão de casos prováveis de dengue, uma redução de 75% em relação ao mesmo período de 2024. Os óbitos também caíram 72%.

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