Alepe aprova em segunda votação, por unanimidade, distribuição gratuita de medicamentos à base de cannabis

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
Pocket
WhatsApp
Alepe aprova em segunda votação, por unanimidade, distribuição gratuita de medicamentos à base de cannabis


Vale ressaltar que a proposta já havia sido aprovada, também por unanimidade, durante a primeira votação, que aconteceu no dia 4 de novembro.


Publicado em 12/11/2024 às 16:30
| Atualizado em 12/11/2024 às 17:15


Foi aprovado, por unanimidade, pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o Projeto de Lei (PL) que cria a Política Estadual de Fornecimento de Medicamentos e Produtos à Base de Cannabis em Pernambuco.

A votação, que aconteceu nesta terça-feira (12), foi a segunda e última antes da proposta, que é de autoria dos deputados estaduais João Paulo (PT) e Luciano Duque (Solidariedade), ser enviada a governadora, Raquel Lyra (PSDB), que decide a promulgação em todo o estado.

Os 26 deputados que estavam presentes, nessa tarde, se mostraram favoráveis a lei. Outros seis estão licenciados e mais 17 estiveram ausentes no momento da votação.

Vale ressaltar que a proposta já havia sido aprovada, também por unanimidade, durante a primeira votação, no dia 4 de novembro.

Um dos autores do PL, o deputado João Paulo (PT) falou da importância da aprovação do projeto, que uniu políticos da esquerda e da direita. “Houve um amadurecimento maior, um esclarecimento maior da importância da Cannabis medicinal para os humanos e animais”, disse.

João também falou em como o projeto é importante para a população mais pobre.

“Esse projeto, que cria a política estadual de fornecimento de Cannabis, na verdade, é uma forma de garantir que a população mais pobre do nosso estado, que precisa dessa medicação para [tratamento] doenças de dores graves, de câncer, epilepsia, entre outros males, possam melhorar a qualidade de vida. Eu vi depoimentos [de mães], de crianças que têm de 30 a 40 convulsões ao dia, melhorarem muito a qualidade de vida, não só do paciente, como delas [mães] também”, completou.

Já o outro autor, Luciano Duque (Solidariedade), acredita que a proposta não terá resistência do governo estadual e que a governadora vai aprovar.

“Raquel é mãe, é mulher. Eu participei, na semana passada, em uma iniciativa do deputado Romero Sales, “A carteira da fibromialgia”, das mães, das mulheres, dos homens que tem fibromialgia e ela fez a entrega dessa carteira. Ou seja, se criou um cadastro no estado e isso vai possibilitar que o estado alargue o atendimento de pessoas que são de baixa renda e que não acesso a esse medicamento. Eu não vejo como ela não fazer o que o governo do Mato Grosso , governo da Paraíba e o governo de São Paulo está fazendo”, afirmou.

A deputada Socorro Pimentel, do União, não votou porque presidiu a sessão.



Source link

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
Pocket
WhatsApp

Nunca perca uma notícia importante

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *