Especialistas apontam erros comuns que podem prejudicar o desempenho no ENEM e destacam a importância de uma preparação equilibrada na reta final
Publicado em 22/10/2024 às 0:18
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Com datas marcadas para os dias 3 e 10 de novembro, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é uma porta de entrada tanto para universidades públicas e privadas no Brasil quanto para vagas em instituições de ensino em Portugal.
Segundo o Inep, mais de 5 milhões de estudantes participarão da prova, que é dividida em dois domingos e contém 180 questões objetivas no total, além de uma redação.
Segundo o professor Paulo Jubilut, fundador da plataforma de estudos Aprova Total, a reta final de preparação é essencial para revisar conteúdos e praticar com provas anteriores. “Assim, o estudante será capaz de identificar possíveis erros e corrigi-los antes da prova”, explica Jubilut.
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A importância de uma rotina equilibrada de estudos
Dados do Ministério da Educação (MEC) mostram que, em 2023, 60 candidatos obtiveram a nota máxima na redação, um salto significativo em comparação com os 18 que atingiram essa marca em 2022.
Apesar desse avanço, a média geral nas demais disciplinas não ultrapassou 535 pontos. Essa discrepância reforça a importância de uma rotina de estudos que abranja todas as áreas do conhecimento.
Jubilut alerta que focar apenas nas matérias mais difíceis não é a melhor estratégia. Em vez disso, ele sugere um cronograma de estudos balanceado. Além disso, há erros comuns que podem prejudicar o desempenho na prova.
5 erros para evitar no ENEM
1. Não conhecer a estrutura da prova
Diferente de vestibulares como os da UFRJ e Unicamp, o ENEM apresenta questões formuladas a partir de um texto-base com situações cotidianas.
Para Jubilut, entender que a resposta correta sempre estará relacionada ao conteúdo do texto-base é crucial. “Busque resolver questões antigas para identificar a estrutura usada”, aconselha ele.
2. Cair em pegadinhas
Muitas vezes, alunos ficam em dúvida entre duas alternativas semelhantes e escolhem a errada.
Segundo Jubilut, elaborar justificativas para cada alternativa durante a resolução pode ajudar a evitar essas armadilhas.
3. Fazer rasuras na redação
Com a redação representando 20% da nota final, é fundamental seguir as regras da estrutura dissertativa-argumentativa e o limite de linhas.
Porém, um simples erro como rasuras ou assinaturas fora do local pode invalidar todo o trabalho. Jubilut alerta para o risco: “A redação jamais deve conter desenhos ou recados para o corretor.”
Vale destacar que não há problemas em errar uma palavra e seguir adiante com o texto. Um risco simples em cima do erro é o indicado para não configurar uma rasura.
4. Copiar o texto de apoio
Ter um bom repertório de referências é essencial, mas copiar diretamente o texto de apoio oferecido na prova resultará na anulação da redação.
Os textos de apoio servem apenas como referência para ativar a memória, e não devem ser reproduzidos.
5. Preencher o gabarito errado
Preencher o gabarito deve ser uma tarefa feita com calma. O ideal é finalizar todas as questões primeiro e, depois, reservar cerca de 30 minutos para preencher a folha de respostas, minimizando erros.
“Preencher aos poucos aumenta a ansiedade e o risco de erros”, destaca o professor.
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