O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, disse que a decisão da Espanha de não participar do Eurovision é coerente e afirmou que seu país está do lado certo da história.
A final da 70ª edição do concurso de música europeu acontecerá neste sábado em um contexto marcado pelo boicote à participação de Israel.
Além da Espanha, países como Islândia, Irlanda, Países Baixos e Eslovênia não estarão presentes em Viena, onde a final acontecerá, em protesto contra Israel. Mais de mil artistas também pediram boicote.
“Não estaremos em Viena, mas o faremos com a convicção de estar do lado certo da história”, afirmou Sánchez, em um vídeo compartilhado nas redes sociais nesta sexta-feira.
O festival não será transmitido na Espanha, Irlanda e Eslovênia, informaram suas emissoras públicas, que programaram conteúdos alternativos.
Também estão previstas manifestações contra a guerra em Gaza, onde Israel lançou uma ofensiva militar em represália ao ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023.
O maior evento musical televisionado ao vivo do mundo reunirá participantes de 35 países, o menor número desde a ampliação do concurso em 2004, após a saída de vários Estados por causa da guerra.



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