Trump afirma que terá uma ‘longa conversa’ com Xi Jinping sobre a guerra no Irã

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Trump afirma que terá uma ‘longa conversa’ com Xi Jinping sobre a guerra no Irã


De acordo com a Casa Branca, o encontro do presidente norte-americano com o homólogo chinês acontecerá nesta quarta-feira (13) e quinta-feira (14)



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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, 12, que manterá uma “longa conversa” sobre o Irã com seu homólogo chinês, Xi Jinping, com quem está previsto se reunir nesta quarta (13) e quinta-feira (14), num momento em que as negociações com as autoridades iranianas para pôr fim ao conflito se encontram estagnadas.

“Vamos ter uma longa conversa sobre o assunto. Para ser sincero, acho que (Xi) tem se comportado relativamente bem. Se olharmos para o bloqueio (de Ormuz), não há nenhum problema. Eles obtêm grande parte do petróleo dessa região. Não tivemos nenhum problema e ele tem sido um amigo meu. É alguém com quem me dou bem”, afirmou em declarações à imprensa, antes de prever que “coisas boas vão acontecer” em seu encontro com o líder chinês.

Questionado sobre as “linhas vermelhas” que poriam fim ao cessar-fogo – alcançado no início de abril e posteriormente prorrogado por tempo indeterminado pelo próprio Trump -, o inquilino da Casa Branca sinalizou que vai pensar nisso “durante o voo” para Pequim. “Vamos continuar pensando nisso por um tempo”, disse ele, antes de reiterar a “contundente” derrota dos Estados Unidos sobre o Exército iraniano.

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O magnata, que voltou a defender que as autoridades iranianas “não terão uma arma nuclear, elas sabem disso (e) aceitaram”, minimizou posteriormente a importância das conversas com seu homólogo chinês, negando que precise da intervenção de Xi para pôr fim ao conflito iniciado em 28 de fevereiro.

“Não acho que precisemos de ajuda com o Irã. Vamos vencer de uma forma ou de outra. Vamos vencer de forma pacífica ou de qualquer outra maneira. A Marinha deles desapareceu. A Força Aérea deles desapareceu. Todos e cada um dos elementos de seu aparato bélico desapareceram. (…) Vamos vencer. Não importa como você olhe para isso”, garantiu.

Irã move uma ação contra os EUA perante um tribunal de arbitragem em Haia

Autoridades do Irã apresentaram nesta terça-feira, 12, uma ação contra os Estados Unidos perante um tribunal de arbitragem com sede em Haia, na Holanda, por terem perpetrado uma “agressão militar” contra o país e “atacado suas instalações nucleares”, além de “impor sanções econômicas” e “ameaçar recorrer à força”.

Teerã apresentou a ação perante o Tribunal de Reclamações Irã-Estados Unidos, criado na cidade holandesa em 1981 como parte dos Acordos de Argel para resolver a crise dos reféns, que teve início em 1979, mas terminou dois anos depois, segundo informações coletadas pela emissora de televisão iraniana IRIB.

Agora, as autoridades iranianas apontam que os Estados Unidos teriam violado “suas obrigações internacionais” com a ofensiva de doze dias desencadeada em conjunto com Israel contra o país no último mês de fevereiro, uma guerra que se encontra atualmente sujeita a uma trégua frágil.


O primeiro parágrafo desses acordos de Argel demonstra o compromisso dos Estados Unidos de “não interferir, direta ou indiretamente, política ou militarmente, nos assuntos internos do Irã”. Esses acordos foram negociados pelo governo argelino e assinados na capital do país norte-africano.

É por isso que o Irã solicitou ao tribunal que “responda pela violação dos acordos, ordene aos Estados Unidos que ponham fim imediato a toda interferência nos assuntos internos do Irã e exija que os Estados Unidos ofereçam garantias para evitar a repetição de tais atos ilícitos”.

Além disso, solicita uma indenização integral pelos danos causados ao Irã. De acordo com o parágrafo 1 dos Acordos de Argel, os Estados Unidos se comprometeram a abster-se de qualquer intervenção, direta ou indireta, política ou militar, nos assuntos internos do Irã.






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