Ministro só não disse onde governo vai arranjar votos para impor essa condição. Na CCJ do Senado, Planalto manda suspender votação da autonomia do BC
Romoaldo de Souza
Publicado em 04/05/2026 às 21:35
| Atualizado em 04/05/2026 às 21:42
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‘TÁ PODENDO’, SÓ QUE NÃO
O ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos, rechaçou a iniciativa do Legislativo de criar uma regra de transição para pôr fim à escala 6×1. “A proposta deve ser aplicada de forma imediata, inaugurando a jornada de 40 horas semanais”, disse, como se o governo tivesse, mesmo, essa margem de assertividade nos apoios.
ENCONTRO [DES]MARCADO
Estava tudo certo para que os senadores da Comissão de Constituição e Justiça votassem na quarta-feira (6) a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que dá autonomia financeira ao Banco Central, que deixará de depender do Orçamento da União. O Planalto, quer morto [ainda] não está, mandou adiar. À coluna, o senador Plínio Valério (PSDB-AM) defendeu a medida, mesmo reconhecendo que o governo faz corpo mole para a medida
– A autonomia financeira do BC é a coisa mais importante que pode acontecer nesse momento no Brasil. Até mesmo quem não entende isso vai se beneficiar, disse.
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‘O SEGURANÇA ME PEDIU O CRACHÁ…’
O governo tinha tanta pressa em aprovar a PEC da Segurança Pública que chegou a reclamar de uma certa “conivência” do Congresso Nacional com o crime organizado. Sessenta dias depois de ser aprovada na Câmara, a proposta dormita em uma das tantas gavetas da mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), sem data para ser analisada.
CABULANDO AULAS
O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe de Mello Filho, passou por cima de todos os alertas feitos desde o primeiro semestre da faculdade de Direito: “a imparcialidade é, antes de tudo, o dever do juiz quando está atuando, sem tomar partido, desapaixonado”.
A DIANA DO PASTORIL
O ministro bem que tentou justificar, mas o estrago estava feito. Segundo ele, a Justiça do Trabalho deve rechaçar aqueles que a consideram “empecilho ao desenvolvimento socioeconômico”. No conceito de Mello Filho a Justiça se divide entre “quem tem interesse” e “quem tem causa”. “Nós, vermelhos, temos causas”, disse, com o objetivo de limitar o “capitalismo selvagem desenfreado”.
ANTES TARDE
Saíram ontem (4), no Diário Oficial, as regras para o desligamento voluntário do Bolsa Família. O usuário do programa que não quiser mais receber o benefício pode comparecer pessoalmente a um dos órgãos credenciados ou usar o aplicativo da plataforma do Bolsa Família para fazer o descadastramento.
APRESSADINHA
A defesa de Débora “do Batom”, a militante bolsonarista que pichou a estátua da Justiça na porta do Supremo Tribunal Federal (STF), nem esperou a promulgação [assinatura] da lei da dosimetria para recorrer pedindo redução da pena. O ministro Alexandre de Moraes rejeitou a petição, argumentando que as regras ainda não estão em vigor.
PARA TIRAR O GOVERNO DO VERMELHO…
…Desenrola 2.0. O mais alarmante de tudo é que o governo não escreveu uma linha sequer sobre a falta de educação financeira de parte dos devedores. Em ano de campanha eleitoral, com a popularidade em baixa, o programa do governo tem objetivo duvidoso.
PORTA-VOZ!
O presidente nacional do PSB, João Campos, se antecipou ao Diário Oficial e anunciou a liberação de R$ 305 milhões “destinados ao custeio de despesas relacionadas a ações de proteção e defesa civil”. Depois de se encontrar com a ministra Miriam Belchior, da Casa Civil, o ex-prefeito do Recife falou de obras que vinha realizando na capital pernambucana e afirmou que a assinatura da medida provisória “é muito importante para o fortalecimento das obras de proteção e mitigação dos impactos”.
PENSE NISSO!
O que pode se passar na cabeça de um governante que considera ser “muito bom que o povo tenha capacidade de se endividar”?
Ao lançar o Desenrola 2.0, o governo, primeiro, reconhece que o programa 1.0 não surtiu efeito e, depois, ainda diz que, no passado recente, o presidente fez um pronunciamento no rádio e na TV “pedindo para que o povo não tivesse medo de se endividar, mas com muita responsabilidade”.
Deu no que deu: estima-se que mais de 80 milhões de pessoas estão inadimplentes. Em relação ao período anterior, houve um aumento de 38%
Pense nisso!
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