Folha faz sessão e debate de filme sobre povos indígenas isolados no sul do Amazonas

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Folha faz sessão e debate de filme sobre povos indígenas isolados no sul do Amazonas


Na terça (5), às 15h, a Folha promove, para assinantes, uma sessão de “Vestígios – A História dos Isolados do Mamoriá Grande”, de Leão Serva e Rogério Assis. Com apoio da Rede de Investigações sobre Florestas Tropicais, do Pulitzer Center, o documentário acompanha o trabalho de indigenistas no Mamoriá Grande, no sul do Amazonas.

O evento no auditório do jornal, no centro de São Paulo (alameda Barão de Limeira, 425 – Campos Elíseos), requer inscrição no Sympla.

Após a exibição, o jornalista Leão Serva conversa com o líder indígena Beto Marubo; com o fundador do Projeto Saúde e Alegria, Caetano Scannavino, que atende 30 mil moradores da região do rio Tapajós; com o antropólogo Moreno Saraiva Martins, coordenador do Programa Povos Indígenas no Brasil do Instituto Socioambiental; e com o fotógrafo e documentarista Rogério Assis, codiretor de “Vestígios”.

As expedições da Funai, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas, como a registrada no filme, estimam população, mobilidade e traços culturais e não buscam contato, em respeito ao direito de isolamento.

A missão é monitorar acampamentos já abandonados e documentar vestígios, como redes, fogareiros, restos de alimentos, cerâmicas e marcas na vegetação conhecidas como quebradas —galhos ou arbustos dobrados à mão que indicam o limite de caminhos, como cercas.

Hoje, o Brasil tem 114 registros de povos indígenas isolados, dos quais 29 têm existência comprovada. O agrupamento do Mamoriá Grande tem cerca de cem pessoas, ao que se supõe divididas em dois grupos.

A presença deles foi confirmada em agosto de 2021, quando indigenistas, em patrulha, montaram, sem saber, um acampamento próximo. Com gritos e movimentação, a equipe evitou contato.



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