Pergunta-se: esses atos de Benjamin Natanyahu e Donald Trump, seja em Gaza, no Irã no Líbano ou na Venezuela, não seriam crimes de guerra?
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Finda a Segunda Guerra Mundial, com os países da Europa devastados e centenas de milhares de pessoas chorando seus mortos, as potências aliadas, em novembro de 1945, reuniram-se em Nuremberg, na Alemanha, com uma missão delicada e necessária: julgar os criminosos nazistas, muitos deles acusados de crimes contra a humanidade.
Esse Tribunal indiciou 24 líderes do Partido Nazista, os juízes condenaram à morte 12 integrantes da alta cúpula do Partido e mais três a penas de prisão perpétua.
É evidente que muitos nazistas de alto escalão, quando sentiram a guerra perdida, buscaram caminhos de fuga, alguns foram encontrados e justiçados, outros morreram livres, leves e soltos, inclusive aqui no Brasil, sem jamais terem pago pelos crimes que cometeram.
Adolf Eichmann, por exemplo, não foi um deles: refugiou-se na Argentina com um nome falso, mas foi descoberto e sequestrado, Julgado e executado.
Antes da capitulação final da Alemanha, alguns líderes apelaram para o suicídio, como o próprio Adolf Hitler e sua mulher, Eva Braun; além do ministro da Propaganda, Joseph Goebbels, e sua Mulher, Magda, que antes de tirar a própria vida matou os seis filhos do casal, por entender Que eles não poderiam viver num mundo sem o Partido Nazista.
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Entre todos os crimes praticados por Adolf Hitler, considera-se que o maior de todos eles Foi trabalhar, em todo o seu tempo no poder, para exterminar, totalmente, todo povo judeu que morava na Alemanha, utilizando para isso toda a estrutura com a qual o país contava.
E estima-se que o número de judeus assassinados, do início ao final da guerra, tenha sido superior a Seis milhões de almas.
Em fornos crematórios, em execução em valas abertas, em todo os Tipos de sacrifício e desumanidade.
Esse triste exemplo, esses crimes jamais perdoados, essa chaga na história da humanidade já não reverbera no mundo de hoje, quando o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem ameaçando, dia e noite, varrer da face da terra toda a população iraniana, incluindo idosos, mulheres e crianças.
E segue, impiedosamente bombardeando, juntamente com Isreal, toda a estrutura física e estratégica do País, exigindo a abertura do Estreito de Ormuz para a passagem de navios petroleiros.
Antes, assassinou os líderes políticos e religiosos do país.
Já Benjamim Natanyahu, um judeu, que nada aprendeu com a história de resistência do seu povo, joga a poderosa força bélica de Israel para, ao que parece, bater os números de Hitler, no assassinato de civis indefesos.
Dia após dia, noite após noite após noite, aviões israelenses destroem pouco a pouco o que ainda resta da cidade de Beirute, com a Desculpa mentirosa de que o alvo era o Hezbollah.
Atingem a população civil, destroem Bairros residenciais, assassinando mulheres e crianças para, numa desculpa esfarrapada, Dizer que ali se escondiam integrantes da facção terrorista.
Depois de destruírem a Faixa de Gaza, miram agora pontes, linhas ferroviárias, bairros residenciais.
Nas reuniões da ONU, o secretário-geral Antonio Guterraz é apenas uma voz solitária tentando justificar a existência da instituição; tão solitária quando a voz do Papa Leão XIV, no Vaticano, orando e pedindo ao mundo um pouco de paz.
Nas suas reuniões diárias com a imprensa, Donald Trump enche o peito para falar dos seus feitos e anuncia novas ameaças.
Foi assim para retirar do poder o ditador Nicolás Maduro, que hoje ninguém sabe onde está, nem se é vivo ou se é morto.
De repente, Trump, depois de assassinar com bombardeios criminosos simples pescadores que navegavam no mar do Caribe, deixou de falar na mentirosa desculpa de trafico de cocaína para os Estados Unidos.
E colocou a Ilha de Cuba no seu plano de expansão.
Pergunta-se: esses atos de Benjamin Natanyahu e Donald Trump não seriam crimes de guerra?
Não teriam, os dois, de serem julgados e condenados pelas atrocidades que já cometeram e continuam cometendo?
Ou o Tribunal só vale para os desconhecidos generais da Guerra da Bósnia, deflagrada com o fim da antiga Iugoslávia?
A Organização das Nações Unidas tem a palavra.
Os acovardados países europeus, com exceção da Espanha, também.
*Ivanildo Sampaio é jornalista

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