Pesquisa acompanhará estudantes da educação básica para correlacionar saúde e aprendizado

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Pesquisa acompanhará estudantes  da educação básica para correlacionar saúde e aprendizado


Primeira pesquisa da unidade Recife após a fusão entre Colégio Agnes e Mackenzie, que completa dois anos de integração institucional

Por

JC


Publicado em 01/04/2026 às 13:12



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Um projeto que utiliza a variabilidade da frequência cardíaca e controle do sono para otimizar o desempenho cognitivo e pedagógico de alunos da educação básica, irá monitorar diariamente 60 estudantes por meio de equipamentos especializados, adaptando métodos de análise que geralmente são aplicados em atletas de elite. 

O projeto é liderado pelo professor e fisiologista José Carlos Medeiros, do Colégio Presbiteriano Mackenzie Agnes, e faz parte do Fundo Mackenzie de Pesquisa e Inovação, chamado de MackPesquisa. A iniciativa tem como objetivo básico incentivar a prática da investigação, pura e ou aplicada, financiando projetos de pesquisa de interesse institucional, de acordo com a viabilidade econômica do Fundo e relevância científica do projeto, em conformidade com o caráter confessional da instituição.

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Esse é a primeira pesquisa inscrita pela unidade do Recife, após o processo de fusão entre o tradicional Colégio Agnes e o Instituto Presbiteriano Mackenzie, que completa dois anos. 

A ideia do estudo, segundo José Carlos, é identificar fatores que influenciam o aprendizado, como níveis de estresse, alimentação e tempo de tela, fornecendo feedbacks constantes aos pais e coordenadores.

Segundo o professor, “a variabilidade da frequência cardíaca é um indicador sensível que permite avaliar adaptação, evolução e nível de carga suportado — conceito já utilizado no esporte e agora aplicado ao contexto educacional”.

A investigação que já será iniciada nas próximas semanas e terá duração de dois anos, utiliza dashboards de dados para correlacionar a saúde fisiológica com a capacidade de tomada de decisão e a evolução acadêmica. Dessa forma, a instituição visa criar uma rede de apoio que promova hábitos saudáveis e potencialize os resultados educacionais sob uma perspectiva científica.

“O trabalho é integrado. Todo o colégio vai atuar dentro dessa perspectiva. Teremos feedback do professor sobre o aluno — sem que ele saiba que o estudante está sendo pesquisado —, para garantir a comprovação científica. O coordenador da área também dará retorno, assim como os pais, a partir do que observarem. Tudo será feito por meio de questionários cientificamente validados, com perguntas objetivas e de fácil compreensão”, explicou José Carlos.

Integração ao Mackenzie propõe reestruturação e ampliação

A rede do Instituto Presbiteriano Mackenzie trouze um novo ciclo de reestruturação e crescimento da instituição com foco na região Nordeste. De acordo com o diretor-geral do Colégio Presbiteriano Mackenzie Agnes, Eduardo Azevedo, a proposta combina investimentos em infraestrutura, ampliação de oportunidades acadêmicas e fortalecimento da formação docente, mantendo o compromisso com os valores históricos e o sentimento de pertencimento da comunidade escolar.

“O Mackenzie e o Agnes já eram instituições irmãs. Embora tivessem gestões distintas, compartilham os mesmos valores, princípios e missão, com origem na Reforma Protestante do século XVI. Ambas foram fundadas por missionários americanos — no Recife, pela missionária Elizabeth Reed — e são instituições centenárias que hoje unem forças mantendo o compromisso de educar o ser humano à luz dos princípios cristãos”, afirmou. 

O projeto de reestruturação do campus já está em andamento, com investimentos de cerca de R$ 50 milhões voltados à revitalização do prédio histórico e à modernização da infraestrutura. Entre as intervenções previstas estão a requalificação dos espaços pedagógicos, melhorias nos acessos e na mobilidade interna, além da criação de novas áreas de convivência e apoio ao aluno.

O plano também inclui obras estruturais importantes, como a implementação de sistemas de drenagem e retenção de águas pluviais, adequações urbanísticas e a possível abertura de uma nova via de acesso ao colégio, medidas que dependem de autorizações legais e visam reduzir impactos no entorno. Paralelamente, já foram iniciadas melhorias em equipamentos esportivos e ambientes de uso coletivo, alinhadas à proposta de ampliar as experiências educacionais.

A expectativa da gestão é concluir essa etapa em um prazo de três a quatro anos, considerando o avanço gradual das obras e os trâmites necessários. A direção também aponta a possibilidade de implantação do ensino superior no futuro, de forma planejada e a longo prazo, com a construção de um novo prédio em área já reservada no campus, condicionada a estudos de viabilidade e às demandas do mercado.






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