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Introdução da escala 6×1 tende a acelerar a automação na indústria brasileira em vários setores – Divulgação
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Ficou pronta a carta nº 1353 do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) que trata da Redução de jornada de trabalho: entre anseios e possibilidade analisando os textos já disponíveis para a discussão da escala 6×1 elaborados por pesquisadores da FGV/IBRE, IPEA, CNI, FIEMG e CLP, de modo a identificar a magnitude do impacto e os requisitos para sua absorção.
Certamente é o melhor conjunto de dados disponíveis sobre o tema porque tentar interpretar os aspectos abordados por ao menos seis trabalhos cujos resultados sobre os impactos na indústria vão de zero ou diferente de zero ( CLP, FGV-Ibre e FIEMG) a CNI que estima um impacto de 11,% na folha de salário, IPEA que estima na 1,1% da indústria de petróleo e gás e 9,7% na indústria de móveis e Pastore que afirma que as indústrias podem reagir com automação o que afetaria setores intensivos de mão de obra.
Até agora os estudos estimam que uma redução da jornada semanal de 44 para 40 ou 36 horas pode elevar o valor do salário-hora em aproximadamente 10% e 22% respectivamente. O que, por consequência, faria os custos se ampliarem quando consideradas as medidas adicionais que as empresas precisariam adotar para reorganizar escalas de trabalho e garantir a cobertura de períodos de folga.
Isso levou a reações com lideranças advertindo de aumento dos custos operacionais das empresas e possíveis reduções de produção e emprego ou estratégias mitigadoras.
Indústria madeira de mobiliária teria impacto na jornada 6×1. – Divulgação
Alarme da CNI
O mais alarmante é o produzido pela CNI indica que a redução da jornada poderia elevar os custos empresariais totais na economia brasileira entre R$ 178 bilhões e R$ 267 bilhões por ano. No setor industrial, os custos seriam da ordem de R$ 87 bilhões anuais, ou seja, algo entre 48,8% e 32,6% dos custos totais da mudança.
Consultados, os pesquisadores Fernando H. Barbosa Filho e Paulo Peruchettida da FGV/IBRE afirmam que a redução da jornada para 36h semanais teria impacto negativo equivalente a 6,2% do PIB no agregado da economia, mas chegaria no caso da indústria de transformação a 8,8% do PIB do setor.
É possível contornar
No meio do caminho existem os grupos que admitem ser possível contornar esses custos adicionais com aumento da produtividade do trabalho. Mas o problema é que trazidos para a realidade brasileira, cujos obstáculos grandes fazem da decisão mitigatória ser uma saída pouco provável. Ir para onde. Com uma indústria do tamanho da do Brasil.
De fato, a produtividade do trabalho por hora trabalhada, entre 1996 e 2024, apresentou crescimento médio de somente +0,8% ao ano no Brasil, sendo ainda mais baixo no setor de serviços e na indústria. Daí a importância da Carta IEDI 1353 que reúne o conjunto de estudos em debate sobre a redução de jornada de trabalho no Brasil.
Impacto desigual.
E ela mostra que a primeira constatação é que o impacto seria bastante desigual. Simulações macroeconômicas da FGV/IBRE sugerem que a redução da jornada semanal acompanhada da manutenção dos salários mensais pode resultar em diminuição do valor adicionado da economia, dependendo da magnitude dos ganhos de produtividade.
O IPEA, por exemplo, estima que setores como petróleo e gás, administração pública e transporte aéreo apresentariam aumento de custo por hora trabalhada inferior a 2%. Já os ramos industriais de couro e calçados, móveis e confecção teriam altas próximas de 10%.
Indústria da construção civil tem maior automação. – Divulgação
Dados da RAIS
O levantamento da FIEMG trabalhou com a base de dados da RAIS e mostrou que setores como indústria de transformação (90,3%), construção civil (94,2%), comércio (92,2%) e agropecuária (95,5%) possuem uma fração acima de 90% de seus trabalhadores formais com jornadas contratadas entre 41h e 44h.
Tem mais: Dados da PNAD indicam que cerca de 75% dos trabalhadores no Brasil trabalham 40 horas semanais ou mais, ainda que a média nacional seja próxima de 39 horas semanais. Ou seja, abaixo do limite legal de 44 horas.
Trabalhar menos
Para pesquisadores do IPEA encarecer o trabalhador menos qualificado através da redução da jornada, pode fazer com que as empresas acelerem a automação de tarefas básicas ou, o que é mais provável no curto prazo, migrem esses trabalhadores para a informalidade ou para contratos intermitentes, eliminando a rede de proteção social da CLT.
O professor Daniel Duque adverte que quando a jornada é reduzida sem uma redução proporcional dos salários nominais, o custo do trabalho por hora tende a se elevar. E o efeito líquido sobre o bem-estar dos trabalhadores torna-se ambíguo com parte desses custos adicionais que pode ser repassada aos preços finais de bens e serviços.
Custo do trabalho
Essa perspectiva fortalece a advertência dos empresários e suas entidades de que se o custo efetivo do trabalho aumenta devido à redução compulsória da jornada com manutenção salarial, empresas podem reagir por meio de ajustes em suas decisões de contratação, substituindo trabalho por capital, intensificando processos de automação ou reduzindo a abertura de novas vagas.
Pode ser. Daí porque a redução da jornada de trabalho é vista como uma decisão que pode afetar de forma particularmente intensa a indústria de transformação devido às características específicas do processo produtivo industrial. A indústria ocupa posição central na estrutura produtiva da economia brasileira. A indústria de transformação, em particular, pode enfrentar pressões adicionais sobre custos operacionais e organização produtiva.
Muitas implicações
A carta do IEDI conclui que a discussão sobre o fim da jornada 6×1 envolve um conjunto relevante de implicações econômicas e sociais.
Embora a redução da jornada possa gerar benefícios em termos de bem-estar e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, sua implementação também pode elevar o custo do trabalho por hora, especialmente quando não acompanhada por ganhos equivalentes de produtividade.
O que só aumenta o risco sendo feito como tema de campanha eleitoral.
Masterboi anuncia a nova planta industrial no Ceará. – Divulgação
Masterboi terá quarto frigorífico em Iguatu no Ceará
A empresa pernambucana Masterboi assina nesta terça-feira (31) o protocolo de intenções para implantação de sua quarta planta industrial, localizada no estado do Ceará. O investimento será de R$ 250 milhões para gerar 500 empregos com expectativa de abate de 500 animais por dia.
A nova unidade industrial da Masterboi, segundo o presidente da Masterboi, Nelson Bezerra, será instalada no município de Iguatu, a 362 km de Fortaleza. O local foi escolhido após análise de critérios técnicos como estrutura logística, segurança hídrica e presença consolidada de pecuária de corte. As obras estão previstas para começar no segundo semestre de 2027 e a expectativa é de iniciar a produção em 2028. A unidade será a quarta do grupo, que já possui frigoríficos em Canhotinho (PE), em Nova Olinda (TO) e em São Geraldo do Araguaia (PA).
Permitido por Deus
Nos dias 7, 8 e 9 de abril, em São Paulo, tem o I Fórum Halal Anuga Select Brazil. Trata-se de um encontro da Fambras Halal Certificadora, pioneira em certificação Halal no Brasil e a maior da América Latina com o Sebrae e apoio da International Halal Academy (IHA), instituto privado de formação, treinamento, qualificação e capacitação continuada com especialização no segmento Halal no mundo, o método multiconsumo de abate de animais e que os pais compradores exigem certificação.
O termo Halal significa “permitido por Deus” em árabe e o Brasil já é o maior exportador de carne de frango abatido dessa maneira e a segunda de bovinos.
BYD acaba de atingir a marca de 125 carregadores. – Divulgação
Carregadores
A BYD acaba de atingir a marca de 125 carregadores rápidos em operação pública no Brasil. É pouco, mas é a maior rede do tipo em território nacional. Distribuídos entre concessionárias das cinco regiões do país. A expectativa é que, até o fim de 2026, essa malha chegue a 225 pontos de recarga rápida.
Caça no Plaza
O Plaza Shopping realiza a tradicional caça aos ovos para divertir a criançada com o lado lúdico da Páscoa. A programação será realizada neste domingo (29), ele também nos dias 4 e 5 de abril, com sessões às 15h, às 16h, às 17h e às 18h, em sintonia com as oficinas criativas. A atividade terá as lojas parceiras do Isis Kids, Puket, Kopenhagen, Hering Kids, Nhac Nhec, Milon, PB Kids, Eu Amo Ler, Piccoletti, Lindt, Cacau Show e Havanna.
Açaí do Paraná
A empresa Polpanorte, líder brasileira na produção e comercialização de sorbet do fruto, mas que tem sede no Paraná, lançou em Belém (PA) o ‘Projeto de Integração da Cadeia do Açaí’, voltado à organização produtiva, ao aumento da renda no campo e ao desenvolvimento sustentável da região. O chamado “ouro roxo amazônico” (93,8% do valor total da produção da cultura no Brasil) é uma das principais fontes de renda para milhares de famílias no Pará e tem papel central na dinâmica econômica regional e nacional.
Teto solar
Ao participar do Passando a Limpo da Rádio Jornal nesta quinta-feira (26), o procurador do Estado de Pernambuco, Edgar Moury Fernandes Neto, resumiu, numa imagem, a decisão do STF de fixou regras de transição para limitar e padronizar o pagamento de verbas indenizatórias no Poder Judiciário e no Ministério Público: Teto solar. “A Constituição criou o que chamou de teto. O atual STF redefiniu o tema criando o que se pode chamar de teto-solar. É um teto, mas ao toque de um botão nos permite ver o infinito”.
Cabos de telefonia e energia no Recife. – Divulgação
Posto de luz
Moury Fernandes é autor de uma outra imagem definidora do quadro institucional onde Legislativo, Judiciário e Executivo tomam decisões que interferem nos outros poderes de acordo com o tema em discussão. Poste Urbano. “Foi colocado para sustentar os fios de alta tensão, mas todos os dias uma operadora de telefonia põe mais um cabo resultando no emaranhado que vemos nas cidades”. O problema é que um dia ele pode cair com a caótica situação e deixar as pessoas sem energia elétrica.
Fishing expedition
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, redefiniu as regras para o uso de Relatórios de Inteligência Financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) em investigações criminais e processos sancionadores. Agora os investigadores precisam formalizar a demonstração concreta da necessidade do acesso aos dados, ficando proibido o uso genérico, prospectivo ou exploratório das informações, a chamada “fishing expedition” — prática em que órgãos de investigação buscam dados de forma indiscriminada para encontrar eventuais ilícitos.
É mais uma interferência do STF no trabalho de órgãos de investigação. O certo deveria ser proibir com punição severa o vazamento, mas aí se optou pelo caminho de travar a atividade básica do Coaf que é analisar grandes blocos de dados e retirar evidências. Nada a ver com fishing Expedition.
Mauro Racosky, Charles (do perfil O Tempo Certo), Fábio de Sanctis e Igor Vasconcelos na Masterclass Você Relojoeiro por um dia. – Pedro Aires
Gente de relógio
O Recife sediou nesta quarta (25) e quinta (26) o Nordeste Watch Meeting (NWM), uma conversa de gente interessada na cultura relojoeira com debates e até a experiência prática com masterclass para ser relojoeiro por um dia.
O evento foi o palco de lançamento oficial do Kairós Club, uma comunidade voltada para o networking de profissionais do setor além de palestras de especialistas como José Mauro Racoski e Helder Delgobo, reconhecidos como as melhores vozes do setor que atenderam ao convite dos fundadores do Kairós Club Fábio de Sanctis e Igor Vasconcelos.
Reconhecimento
Martorelli Advogados foi novamente incluído no ranking da Leaders League 2026. O escritório foi reconhecido nas categorias Dispute Resolution, Business Law Corporate/Commercial, Labor & Employment e Tax Law, consolidando sua atuação entre os principais escritórios do país.