São Paulo
O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo inaugura a exposição “Padê – sentinela à porta da memória”, que propõe uma leitura sobre Exu a partir de obras do acervo da instituição em diálogo com produções contemporâneas.
Com curadoria de Rosa Couto, a mostra investiga a presença e a potência simbólica do orixá nas culturas africana e afro-brasileira, misturando arte, religiosidade e memória.
Escultura da figura de Vodoun, de Euloge Glèlè, parte da exposição ‘Padê-sentinela à porta da memória’
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Levi Fanan/Acervo MAB
Inspirada nos padês —oferendas dedicadas a Exu—, a exposição reúne esculturas, objetos do sagrado, pinturas, fotografias e obras de arte africana.
O percurso expositivo é organizado em três eixos. No núcleo África, aparecem obras relacionadas a rituais e visões tradicionais do Orixá. Em Travessia, Exu é associado ao deslocamento e ao movimento.
Já Diáspora aborda as transformações da entidade no contexto afro-brasileiro, com destaque para sua presença em religiões como o candomblé e a umbanda.
Entre as obras reunidas estão trabalhos de artistas como o próprio Emanoel Araujo, Moisés Patrício e Mestre Didi.
Padê – sentinela à porta da memória
Museu Afro Brasil Emanoel Araujo (Parque Ibirapuera, portão 10)- av. Pedro Álvares Cabral, 5.300, Vila Mariana, região sul. Até 26/7. Grátis

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