No ranking nacional, Recife ocupa a sexta posição entre as maiores inflações acumuladas, à frente dos resultados de cidades como o Rio e Salvador
JC
Publicado em 09/01/2026 às 15:32
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A Região Metropolitana do Recife (RMR) fechou o ano de 2025 com uma inflação acumulada de 4,33%, de acordo com dados divulgados pelo IBGE. O resultado posiciona a capital pernambucana em uma situação confortável, mantendo o índice abaixo do teto de 4,5% e seguindo a tendência de controle inflacionário observada em todo o Brasil, que registrou 4,26% no período.
No ranking nacional, Recife ocupa a sexta posição entre as maiores inflações acumuladas, ficando atrás de regiões como Vitória (4,99%) e Porto Alegre (4,79%), mas ainda apresentando uma variação superior à de cidades como Rio de Janeiro (3,45%) e Salvador (3,80%).
Altas no ano
O grande vilão do bolso do recifense em 2025 foi o grupo Educação, que liderou a inflação anual com alta de 5,75%, impulsionado principalmente pelos reajustes nas mensalidades escolares. Outros setores que exerceram pressão significativa foram Vestuário (alta de 5,71% no acumulado); Transportes (5,56%, refletindo os custos de combustíveis e serviços de deslocamento) e Habitação (com elevação de 5,40% ao longo do ano).
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Por outro lado, o setor de Artigos de Residência apresentou um comportamento atípico, encerrando o ano com queda de 0,43%, o que indica um arrefecimento nos preços de bens duráveis na região.
No recorte mensal de dezembro, a inflação na RMR avançou 0,54%, superando a média nacional de 0,33%. Esse aumento foi puxado pela sazonalidade das festas de fim de ano. Vestuário teve a maior alta do mês (1,57%), devido à demanda por roupas e calçados. Alimentação e Bebidas subiu 0,89%. Por ser o grupo com maior peso no orçamento das famílias recifenses (23,7%), foi um dos principais responsáveis pelo índice mensal.
O impacto só não foi maior graças ao grupo Habitação, que registrou recuo de 1,27% em dezembro, aliviando o índice geral através da queda em itens como energia elétrica e aluguel.
RESULTADO INFLACIONÁRIO DO BRASIL
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou dezembro com alta de 0,33%, ante um avanço de 0,18% em novembro. O resultado foi o menor para um mês de dezembro desde 2018.
Com isso, o índice oficial de inflação do País fechou o ano de 2025 com alta de 4,26%, 0,57 ponto porcentual (p.p.) abaixo do IPCA de 2024 (4,83%) e abaixo do teto da meta (4,5%) de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
O resultado de 2025 foi influenciado principalmente pelo grupo Habitação, que acelerou de 3,06% em 2024 para 6,79%, registrando o maior impacto (1,02 p.p.) no acumulado do ano. No ano anterior o impacto havia sido de 0,47 p.p.
Na sequência, as maiores variações vieram de Educação (6,22% e 0 37 p.p.), Despesas pessoais (5,87% e 0,60 p.p.) e Saúde e cuidados pessoais (5,59% e 0,75 p.p.). Os quatro grupos juntos responderam por, aproximadamente, 64% do resultado do ano.
Em dezembro, os preços de Transportes subiram 0,74%, após alta de 0,22% em novembro. O grupo deu uma contribuição positiva de 0 15 ponto porcentual para o IPCA, que subiu 0,33% no mês.
Os preços de combustíveis tiveram alta de 0,45% em dezembro, após recuo de 0,32% no mês anterior. A gasolina subiu 0,18%, após ter registrado queda de 0,42% em novembro, enquanto o etanol avançou 2,83% nesta leitura, após alta de 0,39% na última.
O Estadão/Broadcast calcula o impacto de cada grupo no IPCA com base na variação mensal e no peso mensal disponíveis no Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra). O resultado pode ter divergências pontuais com o impacto divulgado pelo IBGE, que considera mais casas decimais do que as disponibilizadas publicamente na taxa de cada item.
Já os preços de Alimentação e bebidas aumentaram 0,27% em dezembro, após queda de 0,01% em novembro. O grupo deu uma contribuição positiva de 0,06 ponto porcentual para o IPCA, que subiu 0,33% no mês.
Entre os componentes do grupo, a alimentação no domicílio teve alta de 0,14% em dezembro, após ter recuado 0,20% no mês anterior. A alimentação fora do domicílio subiu 0,60%, ante alta de 0,46% em novembro.
*Com Estadão Conteúdo


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