Encontro foi solicitado pela Colômbia, com apoio de Rússia e China. Representantes dos 15 países membros participam, incluindo o Brasil
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O Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) se reunirá de forma extraordinária nesta segunda-feira (5), às 12h (horário de Brasília), para debater a situação da Venezuela após a operação dos Estados Unidos que resultou na prisão de Nicolás Maduro.
O encontro foi solicitado pela Colômbia, com apoio de Rússia e China, e o Brasil deve participar. O horário da reunião consta na agenda do CSNU sob o título “Ameaças à paz e segurança internacionais”.
Representantes dos 15 países membros participam da reunião, que será transmitida pela TV da ONU. Órgão máximo de decisão, o CSNU é composto por 15 países, sendo cinco deles com assento permanente e dez com vagas rotativas. Os membros permanentes são China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia; todos têm poder de veto.
A ministra interina das Relações Exteriores do Brasil, Maria Laura da Rocha, afirmou, no sábado (3), que o país vai participar da participar da reunião extraordinária do Conselho de Segurança para debater a situação da Venezuela.
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Por sua vez, o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, afirmou estar “profundamente alarmado” com a ação militar dos EUA na Venezuela. Segundo ele, independentemente da situação no país, tais acontecimentos constituem um “precedente perigoso”.
No fim do ano passado, o órgão de segurança máxima da ONU se reuniu duas vezes, entre outubro e dezembro, em razão das crescentes tensões entre os EUA e a Venezuela.
Posicionamento dos EUA
Durante uma coletiva de imprensa convocada no sábado (3), o presidente dos EUA, Donald Trump, falou sobre operação na Venezuela e que os Estados Unidos estão “no negócio do petróleo” e vão vender a commodity para a Rússia. “Queremos vender petróleo para Rússia quando as coisas se estabilizarem”, afirmou.
Segundo Trump, o petróleo provavelmente será vendido em doses muito maiores já que a Venezuela não podia produzir muito devido à “estrutura ruim”, indicou.
O presidente disse que avalia os próximos passos para o país sul-americano, pontuando que os EUA pretendem conduzir o país por meio de um “grupo” que está em formação até uma transição de poder.
A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, anunciou que Maduro será julgado pela Justiça americana em um tribunal de Nova York.
Denúncias do governo venezuelano
Já o governo da Venezuela, em comunicado oficial, repudiou e denunciou, diante da comunidade internacional, a “gravíssima agressão militar perpetrada pelos Estados Unidos” contra o território e a população venezuelanos.
O país afirma que essa é uma tentativa de impor uma guerra colonial e que o objetivo é se apoderar do petróleo e minerais da nação.
“Este ato constitui uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, especialmente de seus artigos 1 e 2, que consagram o respeito à soberania, à igualdade jurídica dos Estados e à proibição do uso da força. Tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacional, concretamente da América Latina e do Caribe, e coloca em grave risco a vida de milhões de pessoas”, diz o texto.
Para o governo, o objetivo do ataque estadunidense é apoderar-se dos recursos estratégicos da Venezuela, em particular do seu petróleo e minerais, tentando quebrar com o uso da força a independência política da nação.

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