Trump garante retorno de petroleiras americanas à Venezuela e afirma: queremos vender petróleo para Rússia

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Trump garante retorno de petroleiras americanas à Venezuela e afirma: queremos vender petróleo para Rússia


O governo venezuelano diz que a prisão de Maduro pelos EUA tem como único objetivo se apoderar do petróleo e minerais do país



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O presidente americano, Donald Trump, disse em coletiva de imprensa sobre operação na Venezuela que os Estados Unidos está “no negócio do petróleo” e que vão vender a commodity para a Rússia. “Queremos vender petróleo para Rússia quando as coisas se estabilizarem”, afirmou.

Segundo Trump, o petróleo provavelmente será vendido em doses muito maiores já que a Venezuela não podia produzir muito devido à “estrutura ruim”, indicou. “Então, estaremos vendendo grandes quantidades de petróleo para outros países, muitos dos quais estão usando agora, mas eu diria que muitos mais virão”.

Ainda sobre a Rússia, Trump apontou não estar satisfeito com o presidente do país, Vladimir Putin, que estaria “matando muitas pessoas”, na guerra contra a Ucrânia, conflito que o republicano disse ter herdado. “Acho que estamos fazendo progressos, mas essa é uma guerra que nunca deveria ter acontecido. Se eu fosse presidente, isso nunca teria acontecido, mas herdei essa guerra de Joe Biden, Zelensky e Putin”.

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“Estamos perdendo 25 mil a 30 mil seres humanos que vêm de dois lugares que estão muito distantes. Mas se eu puder parar (a guerra), porque é algo em que sou muito bom, fazer acordos”, comentou Trump sobre o conflito.

Rebateu

O governo da Venezuela repudiou e denunciou, perante a comunidade internacional, a “gravíssima agressão militar perpetrada pelos Estados Unidos” contra o território e a população venezuelanos, em comunicado oficial. O país afirma que essa é uma tentativa de impor uma guerra colonial e que o objetivo é se apoderar do petróleo e minerais venezuelanos.

“Este ato constitui uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, especialmente de seus artigos 1 e 2, que consagram o respeito à soberania, à igualdade jurídica dos Estados e à proibição do uso da força. Tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacional, concretamente da América Latina e do Caribe, e coloca em grave risco a vida de milhões de pessoas”, diz o comunicado.

De acordo com o governo, o objetivo deste ataque é apoderar-se dos recursos estratégicos da Venezuela, em particular do seu petróleo e minerais, tentando quebrar com o uso da força a independência política da nação. “Não conseguirão. Após mais de duzentos anos de independência, o povo e o seu governo legítimo mantêm-se firmes na defesa da soberania e do direito inalienável de decidir o seu destino”, acrescentou.

“A tentativa de impor uma guerra colonial para destruir a forma republicana de governo e forçar uma ‘mudança de regime’, em aliança com a oligarquia fascista, fracassará como todas as tentativas anteriores”, diz o governo. 





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