Júri popular ocorreu na terça-feira (2), no Fórum de Olinda. Claudomerisson José do Nascimento permanecerá preso, mas poderá recorrer da sentença
Raphael Guerra
Publicado em 03/12/2025 às 9:08
| Atualizado em 03/12/2025 às 9:15
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O policial penal Claudomerisson José do Nascimento, 55, foi condenado a 18 anos e oito meses de prisão pelo crime de homicídio qualificado praticado contra o professor de dança Marlon de Melo de Freitas da Luz, 31, ocorrido durante briga de trânsito em Olinda, no Grande Recife. O réu seguirá preso preventivamente, mas poderá recorrer da sentença.
O júri popular, presidido pela juíza Carolina de Almeida Pontes, foi realizado no Fórum Lourenço José Ribeiro, em Olinda, na terça-feira (2). Durou mais de 12 horas, segundo o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).
A sentença arbitrou duas qualificadoras: crime praticado mediante emboscada ou recurso que impossibilite a defesa da vítima e em atividade típica de grupo de extermínio, ainda que praticado por um só agente.
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Com cartazes e camisas com a foto da vítima, familiares e amigos cobraram justiça enquanto aguardavam o resultado do júri popular. “Esse ano foi bem doloroso, bem difícil. Mas estamos aqui em busca de justiça”, disse a viúva, Milena Torres.
O crime ocorreu na manhã de 4 de maio de 2024, na Avenida Antônio da Costa Azevedo, no bairro de Peixinhos.
De acordo com a denúncia do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), durante a discussão no trânsito, a vítima xingou o acusado. Uma câmera de segurança gravou imagens e áudios da confusão, ajudando a polícia a esclarecer o caso. A gravação ainda mostrou o momento em que o policial penal aparece fugindo do local com a arma de fogo na cintura.
Marlon foi baleado no tórax e no braço. O primeiro tiro perfurou o pulmão e se alojou na coluna dele. Após quatro dias internado, o professor faleceu no Hospital da Restauração, na área central do Recife. Marlon deixou esposa e uma filha de 7 anos.
POLICIAL PENAL ALEGOU QUE HOUVE TENTATIVA DE ASSALTO
Segundo relatos de amigos e familiares, Marlon havia encerrado uma aula e voltava para casa de moto quando o crime ocorreu. O policial penal deu outra versão à polícia.
No mesmo dia em que atirou na vítima, ele se dirigiu até o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), no bairro do Cordeiro, Zona Oeste do Recife. Ele prestou uma queixa contra a vítima, alegando que teria sofrido uma tentativa de assalto e que agiu em legítima defesa. A mesma tese foi usada pela defesa dele durante o júri.
Mas a análise das câmeras de segurança, ainda na fase do inquérito policial, derrubou a versão. Quatro dias depois, diante da repercussão do caso, Claudomerisson se apresentou na 9ª Delegacia de Homicídios, permaneceu em silêncio no depoimento, teve a arma de fogo apreendida e foi liberado. Posteriormente, foi preso.
Claudomerisson atuava como policial penal na Paraíba.


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