Michelle Bolsonaro sai em defesa da candidatura da amiga Priscila Costa ao governo do Ceará, enquanto Lula joga gasolina na crise com o Senado
Romoaldo de Souza
Publicado em 02/12/2025 às 22:24
| Atualizado em 02/12/2025 às 22:25
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AS TARTARUGAS TAMBÉM VOAM
Em entrevista à coluna, o senador Weverton Rocha (PDT-MA) disse ter conseguido “recolocar o pino da granada” após a decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), de adiar a sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF). O título acima é o nome de um filme iraquiano ambientado em uma região cercada por minas terrestres. Liderado por um “especialista”, Satélite — um garoto inteligente — ganha dinheiro “desmontando” essas minas.
AFINAL, ‘QUE DIABOS ACONTECEU’?
Diálogo trocado dentro do elevador:
— Líder, que diabos aconteceu?
— Essa briga de Alcolumbre com o Planalto — resumiu um parlamentar nordestino, após ouvir a leitura do ato do presidente do Senado suspendendo a sabatina de Messias, originalmente marcada para 10 de dezembro.
– Chegou a ler a nota de Alcolumbre? “Para evitar a possível alegação de vício regimental no trâmite da indicação — diante da possibilidade de se realizar a sabatina sem o recebimento formal da mensagem —, esta Presidência e a Comissão de Constituição e Justiça determinam o cancelamento do calendário apresentado”.
— Vendo que Messias está tão desprestigiado e que seria fragorosamente rejeitado, Lula manobrou e não fez a indicação formal. Vai ganhar tempo — resumiu.
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PRÉ-SABATINA
Se, ao acaso, ou não, deputados e senadores governistas permitirem, a CPMI do INSS poderá servir de media training para o advogado-geral da União, Jorge Messias. Ele foi apontado pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), como “um prevaricador” por supostamente blindar entidades ligadas ao esquema de desvio de dinheiro de aposentados e pensionistas da Previdência.
LICENÇA-PATERNIDADE
O projeto que prevê a ampliação gradual da licença-paternidade, até chegar a 20 dias, entra na pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e, dependendo da disposição dos senadores, pode tramitar rapidamente. À coluna, o presidente da CAS, senador Marcelo Castro (MDB-PI), afirmou que “a ampliação da licença-paternidade não é apenas uma conquista para os pais, mas um passo para consolidar o direito de toda criança de nascer e crescer com cuidado e afeto”.
EM NOME DA AMIGA
Priscila Costa (PL), vereadora de Fortaleza (CE), caiu nas graças da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ainda antes de ela assumir o comando do PL Mulher. “A representatividade feminina está cristalizada na sua candidatura ao Senado Federal. Disso nós, mulheres liberais, não abrimos mão”, sacramentou Michelle Bolsonaro. Com isso, a bola de Ciro Gomes murchou.
SEM ORÇAMENTO
Pelo menos dois pontos contribuem para emperrar a votação do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO): o rombo no orçamento, estimado em R$ 34,3 bilhões, e para o qual o governo ainda não indicou como pretende sanear o déficit; e a falta de um cronograma, que deveria ser elaborado pelo Planalto, indicando as datas de pagamento das emendas parlamentares.
NO PÓDIO
O deputado Mendonça Filho (União Brasil) é o único parlamentar de Pernambuco na relação dos “30 congressistas mais influentes de 2025”. A 1ª edição do Prêmio Valoriza Parlamento leva em consideração a influência em debates, o foco em projetos com impacto econômico e regulatório, o conhecimento técnico e os espaços ocupados em comissões, relatorias e lideranças.
PENSE NISSO!
Foi-se o tempo em que os parlamentares, deputados e senadores, faziam de Brasília um resort de luxo, com tudo pago pelo contribuinte, enquanto mantinham um pé aqui [Brasília] e outro em suas bases eleitorais.
Por essa justificativa, acabou sendo aprovado um auxílio-moradia no valor de R$ 4.253,00 por mês para aqueles que não ocupam imóvel funcional. A Câmara disponibiliza 447 imóveis funcionais. Quem não conseguir “a ficha” recebe o dinheiro. No caso dos senadores, a Casa dispõe de 34 imóveis funcionais. Como não há unidade suficiente para todos, a maioria acaba recebendo o auxílio para arcar com os custos, que, convenhamos, não são altos, já que os parlamentares passam pouco tempo em Brasília. Quando muito, duas diárias por semana.
A pergunta que não me sai da cabeça é: o Brasil nada nessa riqueza toda para manter 481 imóveis de padrão elevado, em área nobre e com manutenção caríssima, apenas para abrigar parlamentares? A ajuda de custo, vá lá… mas imóveis desse porte, considerando o tempo irrisório que eles permanecem em Brasília, parece um tanto exagerado.
Pense nisso!

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