Em sétima posição no ranking dos aeroportos com maior movimento do país, Recife é destaque no Nordeste, mas muito atrás dos polos do Sudeste
JC
Publicado em 26/11/2025 às 0:00
| Atualizado em 26/11/2025 às 6:40
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A quantidade de passageiros chegando e saindo nos principais aeroportos brasileiros segue em trajetória ascendente, mostrando o potencial turístico do país. Mas a concentração dos fluxos nos principais terminais do Sudeste configura mais um sinal da desigualdade regional que persiste, apesar da diversificação dos destinos e de eventos, como o Carnaval e o São João, que trazem muita gente ao Nordeste, todos os anos.
Os números indicam a necessidade contínua de ampliação e aperfeiçoamento da infraestrutura receptiva, desde a mobilidade rodoviária para o deslocamento interestadual e intermunicipal, até a ampliação da rede hoteleira e de outros serviços para os visitantes.
De acordo com o Ministério de Portos e Aeroportos, com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o Brasil teve quase 107 milhões de passageiros entre janeiro e outubro deste ano, dos quais aproximadamente 58 milhões apenas nos aeroportos de Guarulhos e Congonhas, em São Paulo.
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Sem contar Viracopos, em Campinas, com 10,6 milhões, elevando o movimento num mesmo estado para mais de 68 milhões de passageiros. No Rio de Janeiro, a soma do movimento do Galeão e do Santos Dumont dá mais 19 milhões de passageiros. O aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, contou no período 10,7 milhões de viajantes.
A alta de quase 10% em relação ao mesmo período no ano passado prova a recuperação do setor. Mas a regionalização dos terminais ainda está mais no horizonte do que na realidade. O primeiro nordestino no ranking é o aeroporto do Recife, com 8 milhões de passageiros, seguido de Salvador, com 6,4 milhões. A estrutura existente, sobretudo em São Paulo e no Rio de Janeiro, atrai a maioria dos turistas nacionais e internacionais. O bom é que o fluxo esteja aumentando. Somente em outubro, foram 9 milhões de passageiros domésticos no país, recorde para o mês desde 2000, e a oitava alta consecutiva, desde março. Nos dez primeiros meses do ano, o total de viajantes de fora superou 23 milhões.
Os meses de dezembro e janeiro vêm aí, com o Carnaval no meio de fevereiro para dar continuidade à esperada intensa movimentação de viagens aéreas no Brasil. O crescimento é uma boa notícia para o turismo. No entanto, também traz o desafio de ampliação da oferta de hubs e de voos nos terminais em operação. Outro gargalo no país é a baixa concorrência de companhias, num mercado dominado por apenas três grandes empresas.
E as queixas de quem viaja são constantes, sobre cancelamentos, extravios de bagagem e mudanças de última hora em voos marcados há muito tempo. Há questões de regulação que dizem respeito ao governo, e investimentos da parte do mercado, para que a desigualdade regional refletida no movimento aeroportuário seja reduzida, nos próximos anos. Com fluxos mais distribuídos, as economias regionais e locais ganham – e o país como um todo, repleto de destinos, se beneficia mais.

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