Pesquisa Raio-X FipeZAP do terceiro trimestre revela que a proporção de negócios com abatimento se aproxima do recorde histórico do levantamento
JC
Publicado em 11/11/2025 às 6:00
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A Pesquisa Raio-X FipeZAP do 3º trimestre de 2025, realizada em conjunto pela Fipe e pelo Grupo OLX (Zap, Viva Real e Olx), aponta para uma dinâmica de mercado marcada por uma maior propensão a descontos e uma moderação na percepção dos preços por parte dos consumidores. O levantamento, que analisou a contribuição agregada de 766 respondentes coletados entre 09 de outubro e 01 de novembro de 2025, oferece dados detalhados sobre o comportamento de compra, intenção de investimento e expectativas de preço no mercado imobiliário brasileiro.
Descontos quase batem recorde
O principal destaque do trimestre é o aumento significativo na negociação de descontos nas transações. O percentual de transações efetivadas com desconto voltou a subir nos últimos meses, alcançando 68% do total de negócios realizados nos 12 meses encerrados em setembro de 2025. Este patamar está muito próximo do recorde da série histórica da Pesquisa Raio-X FipeZAP, que é de 70%.
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Em termos de valor, o desconto médio negociado manteve-se estável em torno de 8%, considerando a totalidade das transações (com e sem abatimento). No entanto, ao se considerar apenas as transações onde houve redução no valor anunciado, o desconto médio foi de 11% nos últimos 12 meses.
Essa alta incidência de descontos coincide com uma mudança na percepção geral do nível de preços no mercado. A parcela de respondentes (visão agregada) que classificava os preços dos imóveis residenciais como “altos ou muito altos” recuou de 72% para 67% entre o 3º trimestre de 2024 e o 3º trimestre de 2025. Paralelamente, a percepção de preços como “razoáveis” oscilou marginalmente de 19% para 20%.
Investimento focado em renda de aluguel
O interesse em comprar um imóvel para fins de “investimento” representou 42% das aquisições feitas pelos compradores recentes (últimos 12 meses) no 3º trimestre de 2025.
Em todos os grupos de investidores analisados (compradores recentes, potenciais e proprietários), a preferência pela obtenção de renda com aluguel superou a intenção de revenda após valorização.
• Compradores recentes investidores: 71% visavam aluguel.
• Investidores Potenciais: 68% buscavam renda com aluguel.
• Proprietários investidores (adquiridos há mais de 12 meses): 82% preferiam aluguel.
A prevalência da exploração do aluguel é um destaque de longo prazo, sendo majoritária desde meados de 2013 e sinalizando uma mudança no perfil dos investidores no mercado brasileiro. A participação das transações classificadas como investimento nos últimos 12 meses se restabeleceu em 36% em setembro de 2025, o mesmo patamar observado em março do mesmo ano.
Perfil do comprador e intenção de compra
No 3º trimestre de 2025, o grupo de respondentes que declarou ter adquirido um imóvel nos últimos 12 meses (“compradores”) representou 12% da amostra. Entre esses compradores recentes, a preferência por imóveis usados se acentuou, atingindo 79% dos respondentes.
A intenção de compra para os próximos 3 meses (“compradores potenciais”) apresentou recuperação, alcançando 35% da amostra, em comparação com os 33% do trimestre anterior. Deste grupo, a maioria se declarou indiferente entre imóveis novos ou usados (47%), ou preferia usados (42%). O principal objetivo de compra para os compradores potenciais é o uso para moradia (90%).
Expectativas de preço
As expectativas de valorização para o curto prazo (próximos 12 meses) divergem significativamente entre os grupos.
• A expectativa média nominal agregada projeta uma alta de 2,5% nos próximos 12 meses, valor que se manteve inalterado em relação ao 3º trimestre de 2024.
• Os compradores recentes são os mais otimistas, projetando uma valorização de 9,0%.
• Os proprietários esperam uma alta mais moderada, de 4,0%.
• Os compradores potenciais são os mais cautelosos, projetando um pequeno aumento de apenas 0,4%.
Para o longo prazo (próximos 10 anos), a maioria agregada dos respondentes projeta que a variação dos preços dos imóveis será acima da inflação (29%) ou de acordo com a inflação (27%). Apenas 10% do total de respondentes espera uma valorização abaixo da inflação nesse horizonte.

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