Chegada de urnas eletrônicas e início da montagem do ritual eleitoral também prepara os cidadãos para a culminância do processo democrático
Publicado em 23/09/2024 às 0:00
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Os últimos dias de campanha antes da votação para a escolha de prefeitos e vereadores em todo o país, atiçam a expectativa de milhares de candidaturas e de milhões de eleitores. Se as pesquisas de intenção de voto indicam disputas acirradas em algumas cidades, mas menos disputadas em outras, há sempre história para recordar que pesquisa é pesquisa, eleição é eleição. Podemos tomar o exemplo de São Paulo, maior colégio eleitoral do Brasil. A cidade se divide entre os três principais concorrentes, incluindo o atual prefeito, lançado à reeleição. No entanto, mais de um terço dos paulistanos ainda não decidiram para quem vai seu voto. Por isso, a contagem oficial pode guardar surpresas, a depender da escolha majoritária dos indecisos, e até da quantidade de abstenções e votos nulos ou em branco.
O clima de fim de campanha se entrelaça ao início do ritual de preparação da democracia. Nesta segunda-feira, as urnas eletrônicas que serão utilizadas em Pernambuco começam a receber os dados que servirão de base para a escolha soberana do eleitorado. Informações como os nomes de candidatas e candidatos, os partidos a que pertencem e seus números, bem como a lista de eleitoras e eleitores nas seções, serão processadas até o dia 1 de outubro, a tempo de estar tudo pronto para o dia 6, domingo de eleição. Enquanto a população amadurece a sua escolha em cada município, a Justiça Eleitoral faz a sua parte, cuidando para que a confiança na votação eletrônica se mantenha, através da segurança da tecnologia e da transparência na apuração.
Importante frisar que o equipamento usado nas cabines de votação não possui conexão com a internet, estando portanto imune de vazamentos e interferências externas. Essa é uma das principais barreiras para a fraude. Desse modo, a preparação dos dados precisa ser feita com antecedência, mobilizando equipes especializadas nos Tribunais Eleitorais que coordenam e executam a votação. Após a entrada dos dados, as partes das urnas serão testadas, dos teclados e visores até os leitores biométricos e dispositivos sonoros que confirmam as escolhas registradas por cada eleitor. Os detalhes de funcionamento das urnas eletrônicas são a garantia da legitimidade do processo democrático, e por isso essa etapa é tão importante.
Ao encerrar o ritual preparativo, as urnas são lacradas e guardadas em local apropriado, com a designação do município, da Zona Eleitoral e da seção a que pertencem. É como um selo de confiança para a população. Os lacres somente serão retirados no dia da eleição. Das mais de 570 mil urnas eletrônicas que serão disponibilizadas aos mais de 5 mil municípios brasileiros, cerca de 220 mil são equipamentos novinhos, que serão usados pela primeira vez, e contam com maior capacidade de processamento dos dados. A certificação dos aparelhos é feita pela Justiça Eleitoral em várias fases, meses antes da inserção dos dados para o dia da votação. A democracia eletrônica é um avanço e um exemplo do Brasil para o mundo, sobre o qual não devem pairar suspeitas – mas apenas a esperança depositada no voto digitado.


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