Segredos da dieta MIND e mediterrânea para reduzir riscos de Alzheimer

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Segredos da dieta MIND e mediterrânea para reduzir riscos de Alzheimer


Conheça os benefícios das dietas mediterrânea e MIND para a saúde do cérebro. – Liuhsihsiang/istock

Um novo estudo publicado na revista Neurology aponta que dietas ricas em vegetais de folhas verdes, frutas, grãos integrais, azeite de oliva, feijões, nozes e peixes estão associadas a níveis mais baixos das proteínas que causam a doença de Alzheimer. A pesquisa comparou os efeitos das dietas MIND e mediterrânea, mostrando que ambos os estilos alimentares contribuem para a redução das placas amiloides e emaranhados neurofibrilares típicos do Alzheimer.

Diferenças entre dieta mediterrânea e dieta MIND

Embora compartilhem semelhanças, a dieta mediterrânea enfatiza o consumo abundante de vegetais, frutas e pelo menos três porções de peixe por semana. Já a dieta MIND foca em vegetais de folhas verdes, como couve e espinafre, e prioriza frutas vermelhas, com recomendação de ao menos uma porção semanal de peixe. Ambas permitem o consumo moderado de vinho. Segundo a Dra. Puja Agarwal, da RUSH University, “pequenas mudanças na alimentação, como aumentar vegetais verdes e evitar frituras, podem reduzir significativamente as proteínas relacionadas ao Alzheimer.”

Pequenas escolhas alimentares podem fazer grande diferença no declínio cognitivo.
Pequenas escolhas alimentares podem fazer grande diferença no declínio cognitivo. – iStock/SewcreamStudio

Método e resultados da pesquisa com idosos

O estudo envolveu 581 idosos, com média de 84 anos, que consentiram em doar seus cérebros para análise após a morte. Questionários aplicados ao longo da vida registraram os hábitos alimentares dos participantes. Autópsias revelaram que 66% apresentavam características do Alzheimer. Os pesquisadores classificaram os participantes conforme a adesão às dietas estudadas. Indivíduos que seguiam a dieta MIND rigorosamente exibiram níveis de placas amiloides comparáveis a pessoas 12 anos mais jovens; na dieta mediterrânea, essa diferença chegou a 18 anos.

Alimentação como aliada no envelhecimento cognitivo

Embora o estudo não estabeleça relação causal, os resultados reforçam a importância de uma alimentação saudável para preservar a saúde cerebral. Mudanças simples, como aumentar o consumo de verduras e reduzir frituras, podem ser determinantes na prevenção do declínio cognitivo e da doença de Alzheimer. A adoção de dietas equilibradas surge como uma estratégia promissora para melhorar a qualidade de vida na terceira idade.

Evite esses hábitos para reduzir o risco de Alzheimer

Estudos indicam que evitar maus hábitos, como sedentarismo, alimentação inadequada e isolamento social, pode diminuir o risco de Alzheimer. Cuidar da saúde mental e física é fundamental para a prevenção. Mudanças simples no dia a dia são essenciais para um envelhecimento cerebral saudável, alertam especialistas. Clique aqui para saber mais.





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