Promoção de empresas brasileiras no exterior e atração de investimentos recebem convênios que serão assinados esta semana pelo governo federal
Publicado em 08/09/2024 às 0:00
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A assinatura de duas dezenas de convênios pelo presidente Lula e pelo vice, Geraldo Alckmin, esta semana, pode resultar na geração de R$ 280 bilhões em negócios internacionais nos próximos três anos, de acordo com a estimativa otimista do governo federal. Os convênios somam quase R$ 500 milhões e pretendem transformar empresas de pequeno e médio portes em exportadoras, ampliando o acesso e a diversificação da presença dos empreendedores brasileiros no mercado global. Se funcionar, o impulso abrirá caminho para novos convênios e, quem sabe, para o desenvolvimento de pequenos negócios voltados para o público externo, intensificando as relações comerciais do Brasil com outros países e criando oportunidades de trabalho e renda aqui dentro.
Bom saber que mais de um terço do valor anunciado será destinado a cooperativas e micro e pequenas empresas, através de capacitação pelo Sebrae, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Regiões que demandam mais investimentos para o fortalecimento do empreendedorismo, e com grandes potenciais de desenvolvimento de novos negócios, seja para o mercado interno, ou para o lado de fora. O apoio do Sebrae tem sido fundamental para o papel que as micro e pequenas empresas cumprem na economia brasileira, e certamente será ainda mais decisivo na projeção de nossa economia para o plano internacional.
O agronegócio, um dos motores da economia nacional, que exportou R$ 82 bilhões no primeiro semestre deste ano, terá convênios para impulsionar o comércio exterior de arroz, carne bovina, frutas e polpas congeladas, entre outros produtos. A variedade do estímulo parece objetivar a diversidade empreendedora. Até itens para pets serão contemplados com o estímulo do governo federal, visando sintonizar o país com as demandas contemporâneas de produtos e serviços para animais de estimação. A produção de etanol de milho, de máquinas e equipamentos, bem como de móveis, também será apoiada. Em outro flanco, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) mira atrair investimentos estrangeiros da ordem de R$ 24 bilhões.
No ano passado, as exportações brasileiras totalizaram 339 bilhões de dólares, dos quais mais de 100 bilhões de dólares apenas com um parceiro comercial – a China. No primeiro semestre de 2024, a atração de investimentos estrangeiros diretos chegou a 28 bilhões de dólares, valor que representa 74% do volume de recursos em todo o ano de 2023. A entrada de mais pequenas e médias empresas no mercado internacional pode significar um salto para o desenvolvimento brasileiro, envolvendo empreendedores de menor porte na abertura de horizontes de negócios propícios à melhoria da qualidade de vida da população, e ao ambiente de negócios no país.
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