EJA inclui formação em novas tecnologias; programa capacita professores para ensinar habilidades digitais a jovens, adultos e idosos
Publicado em 23/03/2025 às 13:25
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.

‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-970×250-1” });
}
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Brasil está prestes a ganhar um novo componente: a formação em novas tecnologias. Habilidades como enviar mensagens em redes sociais, identificar golpes online, usar aplicativos bancários e até criar perfis em apps de namoro passarão a fazer parte do currículo.
A iniciativa integra o Programa de Formação de Alfabetizadores e Docentes dos Anos Iniciais do ensino fundamental, desenvolvido pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e a Cátedra Unesco de EJA.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
Capacitação para alfabetizadores
O programa, que começou em março e segue até 2026, é voltado para 1,3 mil formadores regionais, responsáveis por repassar os conhecimentos a coordenadores e professores da EJA em todo o país. A formação, realizada online, aborda temas como educação midiática e uso crítico das tecnologias.
“A ideia é que os estudantes não vejam a tecnologia como solução para todos os problemas, mas como uma ferramenta que pode facilitar suas vidas”, explica a professora Daniele Dias, docente da UFPB e coordenadora do programa.
Desafios da EJA
A EJA enfrenta desafios históricos, como a evasão escolar e a falta de investimentos. Segundo o IBGE, 11,4 milhões de brasileiros com 15 anos ou mais não sabem ler ou escrever. Além disso, quase metade da população com 25 anos ou mais não concluiu o ensino médio.
“Muitos estudantes não se sentem acolhidos na escola. O ensino, muitas vezes, é infantilizado e não considera as necessidades dos adultos e idosos”, afirma Dias. Para mudar esse cenário, o curso valoriza os conhecimentos prévios dos alunos, seguindo a abordagem do educador Paulo Freire.
Impacto das novas tecnologias
A inclusão de habilidades digitais na EJA visa não apenas facilitar o dia a dia dos estudantes, mas também protegê-los de golpes e crimes online.
“Muitas pessoas têm seus dados roubados porque não sabem como navegar com segurança na internet”, destaca Dias.
Formação dos professores
Marco Antonio de Souza, formador regional em Ourinhos (SP), ressalta que muitos professores da EJA não têm formação específica para atuar com jovens, adultos e idosos.
“O público da EJA é muito diverso, com jovens, adultos, idosos, pessoas com deficiência e LGBTQIA+. É um desafio lidar com essa variedade”, diz.
Em Teixeira (PB), a formadora Luzia Nadja Carneiro relata que os professores recebem a formação nos finais de semana para não prejudicar as aulas. “É um momento histórico para a EJA. Com professores qualificados, toda a equipe se beneficia”, afirma.
Pacto EJA
O programa faz parte do Pacto pela Superação do Analfabetismo e Qualificação na Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA), lançado pelo governo federal em 2024. Segundo Zara Figueiredo, secretária da Secadi do MEC, 91% dos municípios e todos os estados já aderiram ao pacto.
“A alfabetização é essencial para a cidadania, a economia e a democracia. Sem ela, não há retorno econômico ou social”, defende Figueiredo.



/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pessoa-realizando-agachamento-lento-202605152118-2.jpeg?w=300&resize=300,300&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/7-carambola-no-pe-1.jpeg?w=300&resize=300,300&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/11-varios-caquis-e-um-aberto-1.jpeg?w=300&resize=300,300&ssl=1)







/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pessoa-realizando-agachamento-lento-202605152118-2.jpeg?w=150&resize=150,150&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/7-carambola-no-pe-1.jpeg?w=150&resize=150,150&ssl=1)