2024 foi, conforme indicadores, o ano da redenção dessa atividade que tanto movimenta as pessoas em demandas que repercutem na economia das cidades
Publicado em 25/01/2025 às 19:58
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Vamos juntos, os que me leem, viajar por entre números que são indicadores do turismo mundial. Sabemos todos que, diante de uma tragédia, como foi a pandemia da Covid -19 (2019/2020), o turismo é a primeira atividade que entra em crise e a última a sair dela.
Pois bem, 2024 foi, conforme os conformes dos indicadores, o ano da redenção dessa atividade que tanto movimenta as pessoas em demandas que repercutem na economia das cidades, das populações, tendo em vista a geração de riquezas, de impostos, sobretudo de empregos formais e informais.
Vejamos os números que, segundo Platão, governam o mundo:
“Em 2024, o turismo global concluiu a sua recuperação da pandemia”, disse o secretário-geral da ONU para o Turismo, Zurab Pololikashvili, em um comunicado, observando que em várias regiões foram alcançados números ainda maiores do que em 2019.
Alegria, alegria!
‘Esplende, na Europa, principal destino turístico do mundo, o resultado de 747 milhões de chegadas internacionais, um número 5% maior do que em 2023, graças à forte demanda intrarregional, entre outras causas.
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‘O número de viajantes internacionais também aumentou no norte da África (+22% em comparação aos níveis pré-pandêmicos), Oriente Médio (+32%) e América Central (+17%), percentuais que dizem bem do quanto cresceu o fluxo turístico para esses destinos.
‘De acordo com a ONU Turismo, a região da Ásia-Pacífico foi a que mais prosperou no ano passado, atingindo o percentual de 33% mais turistas do que em 2023. Nesta região, no entanto, o nível de fluxo turístico permaneceu menor do que em 2019 (Pandemia), de acordo com a agência da ONU, anteriormente conhecida como Organização Mundial do Turismo (OMT).
‘Em 2024, ainda segundo a ONU Turismo, o ranking dos países que mais receberam turistas pela ordem foi: Estados Unidos, China, Itália, Turquia, México, Tailândia, Alemanha e Reino Unido, ficando o Brasil na 26ª posição.
‘“O crescimento deve continuar ao longo de 2025”, disse Zurab Pololikashvili no comunicado oficial, considerando que o crescimento mundial, neste ano, pode ser de “3% a 5% em comparação com 2024”, impulsionado principalmente pela Ásia.
‘“Isso nos lembra da nossa imensa responsabilidade como setor econômico”, acrescentou o secretário-geral da ONU Turismo, que estimou ser necessário “colocar as pessoas e o planeta no centro do desenvolvimento do turismo”.
O acentuado aumento no número de visitantes no ano passado provocou desconfiança e tensão entre moradores de vários destinos, que expressaram preocupação com as consequências do turismo de massa em suas cidades, especialmente nos preços dos imóveis.
Que o turismo não destrua o próprio turismo!
O Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), de acordo com o seu Relatório de Impacto Econômico (EIR), vem divulgando, aos quatro cantos do mundo, previsões alvissareiras para o segmento, sinalizando com um expressivo impacto econômico e uma consequente retomada, mesmo que gradual, após os desafios enfrentados no decorrer da pandemia, concluindo que o turismo desempenhará um papel fundamental na economia global nos próximos anos.
Segundo o comunicado oficial, o WTTC está antevendo um futuro muito próspero para a próxima década, caracterizado por um crescimento robusto, em espiral geométrica, além de oportunidades de carreira sem precedentes.
Até 2034, o setor deve impulsionar a economia global com impressionantes 16 trilhões de dólares, representando 11,4% do PIB mundial, gerando aproximadamente 449 milhões de empregos, representando 12,2% da força global de trabalho.
Descortina-se, portanto, uma década promissora.
No Brasil, o setor já demonstra sua importância, tendo injetado aproximadamente R$ 752,3 bilhões na economia no ano passado, o equivalente a 8% do PIB nacional.
Um aspecto interessante ressaltado pelo WTTC é o papel dos turistas chineses, que representam uma parcela significativa dos gastos globais com turismo. Para melhor receber esse público, o Ministério do Turismo credenciou agências de viagens autorizadas na recepção de turistas chineses, visando fortalecer as relações bilaterais e promover o turismo internacional no Brasil.
Passada a régua, percebe-se que o setor apresenta a tendência positiva da sua curva de crescimento, apesar da inflação que disparou mundo afora, das mudanças climáticas e das tensões geopolíticas.
Vale lembrar a importância do turismo de curta duração, inclusive o interno, intrarregional, que é a maioria no Brasil, carecendo de esforços para o turismo doméstico cativo (fidelização), entendendo o turismo como uma atividade municipalista.
Pensar globalmente, agir localmente!
Com relação ao nosso país, rezemos a nossa profissão de fé, depositando a esperança-certeza de que esses números, na prática, sejam de um turismo autossustentável e responsável, favorecendo as próximas gerações para que também possam desfrutar dos mesmos benefícios do presente, das vivências e convivências saudáveis. Assim seja!
Roberto Pereira foi secretário de Educação e Cultura do Estado de Pernambuco e é membro da Academia Brasileira de Eventos e Turismo.



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