Virá enfim a público em fevereiro a biografia de um dos maiores artistas plásticos do século, intitulada “Frans Krajcberg: A Natureza como Cultura”.
A palavra “enfim” é porque o livro foi encomendado por Krajcberg ao escritor João Meirelles há 40 anos, logo depois de os amigos se conhecerem em Nova Viçosa, na Bahia, e viajarem juntos até o Mato Grosso.
Os dois conviveram intensamente nos anos 1980 e se reaproximaram no aniversário de 90 anos do artista, em 2011, quando a elaboração da biografia engrenou.
O livro sai numa parceria das Edições Sesc com a Edusp e trará depoimentos e imagens inéditas para dar conta de uma vida excepcional, que começou na Polônia, passou pela Rússia e terminou no Rio de Janeiro em 2017, após 96 anos de criação de uma obra que aliou arte e meio ambiente como nenhuma outra.
E a editora DBA, além de arrematar o mais recente vencedor do prêmio Booker, o britânico “Orbital”, comprou também os direitos do último ganhador do Goncourt, o mais prestigioso prêmio da literatura francesa.
“Houris”, do franco-argelino Kamel Daoud, apresenta uma jovem mulher que perdeu as cordas vocais durante a guerra civil de sua Argélia natal, nos anos 1990, e conta sua história silenciosamente para a filha que carrega no ventre enquanto decide, ela mesma, se prosseguirá com a gravidez. O romance deve sair no segundo semestre.
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