Leitor da coluna denuncia a retirada de coqueiros durante obras de requalificação do calçadão da Praia de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife
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Desmatamento na orla da Praia de Boa Viagem
As obras de requalificação do calçadão da Praia de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, têm descaracterizado um dos principais pontos turísticos da cidade com a produção de extensas áreas sem qualquer cobertura vegetal. A aridez provocada pela retirada indiscriminada de coqueiros e outras espécies tende a ser permanente, visto que o piso já está sendo assentado sem abertura de espaços para plantio de novas árvores. A compensação ambiental ao longo da orla precisa ser realizada de forma homogênea. Não adianta concentrar o plantio de mudas em trechos específicos, deixando enormes espaços, como no trecho entre as Ruas Barão de Souza Leão e Professor Mário de Castro, sem árvores que garantam sombra e conforto térmico para a população local e turistas.
André Tavares, por e-mail

Desmatamento na orla da Praia de Boa Viagem – ANDRÉ TAVARES / VOZ DO LEITOR
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Deterioração de via após obras Cehab
Há cerca de dois meses, a Cehab (Companhia Estadual de Habitação e Obras) realizou uma obra na Avenida Manoel Gonçalves da Luz, 140, no bairro do Bongi, em frente ao colégio Othon Paraíso, na Zona Oeste do Recife. Embora o serviço tenha sido executado, a via foi deixada em condições precárias após a conclusão da intervenção. Desde então, o local apresenta diversos buracos, trechos com o pavimento bastante danificado e ausência do devido recapeamento asfáltico. A situação tem causado transtornos para motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres que circulam diariamente pela área, além de aumentar o risco de acidentes e danos aos veículos. A deterioração da via se estende por outros trechos, evidenciando a necessidade de que a Cehab retorne à área para realizar os reparos necessários e restabelecer as condições adequadas de trafegabilidade e segurança.
Matheus Félix, por e-mail
Atrasos salariais de terceirizados da UFRPE
Nós, trabalhadores trabalhadores terceirizados da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), gostaríamos de denunciar os atrasos salariais em mais de três meses – aos trabalhadores que prestam serviços de vigilância patrimonial (Empresa Inteligência) e dos serviços de limpeza, manutenção, recepção e apoio administrativo (Serval). O que mais nos causa indignação, entretanto, é a ausência de transparência. Até o presente momento, não temos recebido informações claras sobre a situação dos contratos, sobre as razões da demora nos pagamentos, sobre quais providências estão sendo adotadas ou sobre qualquer previsão concreta de regularização. O silêncio institucional tem agravado ainda mais uma situação que já é extremamente delicada. O que reivindicamos é algo básico em qualquer administração pública: transparência, diálogo e respeito aos trabalhadores. Solicitamos que a Reitoria da UFRPE apresente esclarecimentos públicos sobre a situação dos contratos terceirizados, informe oficialmente as razões da ausência dos pagamentos, divulgue as medidas que estão sendo adotadas para solucionar o problema e estabeleça uma previsão objetiva para sua regularização.
Rosimeire Santiago, por e-mail
Garra levou Argentina à final da Copa
A Argentina deu uma aula de bom futebol, com muita garra e determinação, vencendo e eliminando a Inglaterra… Se credenciando a enfrentar a Espanha na final da Copa do Mundo. Enquanto isso, a nossa seleção teve uma atuação decepcionante diante da Noruega, com desempenho de baixo nível, apatia e desinteresse. Em resumo: os hermanos, atualmente, estão num patamar bem superior ao nosso.
Sylvio Belém, por e-mail
Educação ambiental
O planeta necessita de uma globalização comprometida com a sustentabilidade e indissociável da justiça social. O desenvolvimento econômico, tanto no Brasil quanto em escala global, precisa ser orientado por uma matriz energética mais limpa, pela redução das emissões de gases de efeito estufa e pelo fortalecimento da logística reversa, construída de forma compartilhada entre o poder público, as empresas e a sociedade civil. O Brasil reúne condições privilegiadas para liderar esse processo, seja por sua riqueza ambiental, seja pelo arcabouço jurídico já existente para a proteção dos recursos naturais. Contudo, transformar esse potencial em realidade exige aproximar os investimentos econômicos dos princípios da educação ambiental, tornando possíveis políticas públicas éticas, socialmente justas e comprometidas com o equilíbrio ecológico. Afinal, discutir educação ambiental na escola é discutir o futuro da própria sociedade.
Adriano Lucena, por e-mail












