Uma rota ferroviária histórica, difícil e de paisagens espetaculares: o trem no Nariz do Diabo volta a funcionar

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Uma rota ferroviária histórica, difícil e de paisagens espetaculares: o trem no Nariz do Diabo volta a funcionar


Considerada uma das rotas ferroviárias mais desafiadoras do mundo, o lendário trem Nariz do Diabo, no Equador, foi oficialmente reinaugurado para passeios turísticos na quarta-feira passada (20/08).

A linha atravessa os paredões íngremes da montanha batizada de “Nariz do Diabo”, que passa pelo trecho Alausí-Sibambe, parte da histórica ferrovia Guayaquil-Quito. A cerimônia de reinauguração, realizada na estação de Alausí, marcou um momento simbólico para o turismo do país.

Rota de trem “Nariz do Diabo” mistura beleza e muito frio na barriga

Considerada uma das rotas ferroviárias mais desafiadoras do mundo, a linha atravessa os paredões íngremes da montanha batizada de “Nariz do Diabo”.

O nome nasceu tanto pela semelhança da rocha a um rosto humano quanto pela dificuldade de construção: no início do século XX, engenheiros tiveram de dinamitar encostas e criar um trajeto em zigue-zague que desce quase 500 metros, custando a vida de muitos trabalhadores. O resultado foi uma das obras mais ousadas da engenharia ferroviária do continente.

Hoje, a experiência se transformou em um passeio turístico de tirar o fôlego. Os vagões percorrem saliências estreitas e curvas dramáticas, revelando vistas que alternam desfiladeiros profundos, fazendas em socalcos e picos nevados dos Andes.

Para as comunidades locais, a retomada do serviço significa não apenas mais visitantes, mas também novas oportunidades. Restaurantes, pousadas e artesãos esperam um aumento na demanda, reforçando a economia regional.

Passeio de trem no “Nariz do Diabo” – Reprodução/Internet

Além do impacto cultural e econômico, o trem também é visto como um símbolo de turismo sustentável. Ao oferecer uma alternativa menos poluente ao transporte rodoviário, conecta viajantes a paisagens preservadas e vilarejos antes isolados.

O passeio, mais do que um deslocamento, torna-se uma imersão no patrimônio vivo equatoriano, onde cada curva da ferrovia combina história, risco e beleza natural.





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