O presidente dos Estados Unidos reconheceu em entrevista à emissora francesa BFM TV que, neste momento, a situação é uma incógnita
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu as autoridades iranianas de que “vão passar por maus bocados” se as negociações bilaterais mediadas pelo Paquistão, em meio a um delicado cessar-fogo, forem concretizadas.
Trump, que no último fim de semana rejeitou a última contraproposta iraniana, reconheceu em entrevista à emissora francesa BFM TV que, neste momento, a situação é uma incógnita. “Não faço ideia se eles vão assinar”, indicou o presidente dos Estados Unidos. “Se não o fizerem, vão passar por maus bocados, muito maus. É melhor que cheguem a um acordo”, ameaçou o mandatário durante a entrevista.
No que diz respeito aos últimos acontecimentos, o ministro do Interior do Paquistão, Mohsin Naqvi, chegou neste sábado à capital iraniana, Teerã, em uma visita não anunciada de particular interesse, já que seu país é o principal mediador internacional entre o Irã e os Estados Unidos para resolver o conflito armado que eclodiu em 28 de fevereiro e que agora se encontra sob um delicado cessar-fogo, com o estratégico estreito de Ormuz bloqueado.
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O governo do Irã garantiu nesta sexta-feira que “ainda há troca de mensagens, embora lentamente”, com os Estados Unidos para tentar chegar a um acordo de paz, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou como “inaceitável” a última proposta apresentada por Teerã.
“Não podemos aceitar nada que não seja um acordo justo e equilibrado. Por isso não conseguimos chegar a um acordo. Continuamos trocando mensagens, mas lentamente”, disse o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, durante uma coletiva de imprensa na capital da Índia, Nova Délhi.
Pezeshkian: ‘soluções pacíficas’
O presidente iraniano, Masud Pezeshkian, afirmou que seu país defende a diplomacia e soluções “pacíficas” para o conflito bélico com os Estados Unidos e Israel, atualmente suspenso enquanto se aguarda um cessar-fogo após os bombardeios iniciados em 28 de fevereiro sobre território iraniano.
“A República Islâmica do Irã continua defendendo a diplomacia e as soluções pacíficas”, afirmou Pezeshkian em uma mensagem divulgada pela televisão pública iraniana, “IRIB”.
Além disso, Pezeshkian manifestou seu reconhecimento pela “postura moral e lógica” do Papa Leão XIV diante da “recente agressão militar contra o Irã”. “Os ataques dos Estados Unidos e de Israel não são apenas contra o Irã, mas contra as leis e os valores humanos”, argumentou.
Da mesma forma, defendeu a resposta iraniana “no âmbito da legítima defesa” e contra “os objetivos e interesses dos agressores”.
Pezeshkian relembrou as declarações do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre “destruir a civilização histórica do Irã e levá-lo de volta à Idade da Pedra”, segundo o líder iraniano, que as considera resultado da “ilusão de poder absoluto” e da “arrogância, intimidação, exagero e tentativa de resolver conflitos por meio de uma violência desenfreada que a consciência humana é incapaz de compreender ou tolerar”.
Quanto à comunidade internacional, Pezeshkian instou as potências mundiais a “agir com responsabilidade diante das ações ilegais dos Estados Unidos”.
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