Os trabalhadores dos Correios iniciaram na quinta-feira (10) uma greve nacional por tempo indeterminado, após o término das negociações da campanha salarial sem acordo entre a estatal e a Federação Interestadual dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Findect).
Um dos principais pontos do impasse é o plano de saúde, para os trabalhadores, aposentados e suas famílias.
“A direção dos Correios insiste em alterar sua condição de mantenedora do plano, proposta que preocupa a categoria pelos riscos que pode trazer ao custeio e à garantia da assistência médica”, disse a Federação dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos e das Empresas de Comunicações (Findect).
A greve ocorre em meio a uma greve crise financeira da empresa, a empresa enfrenta séria crise financeira, com seguidos prejuízos bilionários, e à negociação de um empréstimo de R$ 7 bilhões com bancos privados, além dos R$ 12 bilhões tomados no final de 2025.
Para conter o impacto da greve nas entregas e no atendimento aos clientes, os Correios ativaram um Plano de Continuidade de Negócios, que prevê o remanejamento de pessoal e o reforço das atividades operacionais.












