Parte desses integrantes está impedida de frequentar os estádios, segundo o MPPE. Novas medidas de segurança também foram discutidas em reunião
Raphael Guerra
Publicado em 06/06/2026 às 9:13
| Atualizado em 06/06/2026 às 9:23
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Cerca de 300 membros de torcidas organizadas envolvidos em confrontos nas ruas do Grande Recife, sobretudo em dias de jogos, foram mapeados, segundo o Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Parte desses integrantes está impedida de frequentar os estádios, por meio da identificação nos sistemas de controle e biometria facial.
O combate à violência promovida por membros das principais torcidas organizadas foi discutido em nova reunião promovida pelo Grupo de Trabalho para a Segurança do Futebol em Pernambuco ((GT Futebol), da Secretaria de Defesa Social (SDS). Representes do MPPE e das polícias Civil e Militar participaram do encontro.
Um dos assuntos abordados foi o impacto de recentes decisões judiciais que vêm autorizando torcidas organizadas com histórico de violência a ingressarem nos estádios com materiais como bandeiras, camisas e faixas.
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Segundo o procurador de Justiça José Bispo de Melo, coordenador do Núcleo do Desporto e Defesa do Torcedor (Nudtor), o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em fevereiro de 2025 pelos dirigentes dos principais clubes de futebol do Recife prevê, entre outras medidas, restrições ao fornecimento de ingressos e espaços exclusivos para torcidas organizadas que tiveram suas atividades proibidas em razão de episódios de violência.
“Já existem procedimentos administrativos em andamento para verificar o cumprimento das obrigações por parte dos clubes. Caso haja descumprimento, o MPPE poderá executar as cláusulas pactuadas, que preveem multa inicial de R$ 50 mil para cada infração”, declarou, na reunião.
Além disso, segundo ele, a entrada de instrumentos musicais e outros materiais das torcidas organizadas permanece proibida.
“O entendimento de alguns setores é de que uma decisão judicial concedida para uma partida específica teria liberado, de forma geral, a entrada de instrumentos musicais e outros materiais das torcidas organizadas. Isso não corresponde à realidade. A autorização foi concedida apenas para aquele jogo”, disse.
MENOS REGISTROS DE VIOLÊNCIA
O procurador ressaltou, no encontro, que houve redução dos episódios de violência nos últimos meses, “em comparação com o cenário registrado no início do ano passado”.
Bispo se refere às cenas de selvageria registradas durante confronto entre integrantes das organizadas do Sport e Santa Cruz em 1º de fevereiro de 2025.
O ato mais violento ocorreu na Rua Real da Torre, na Zona Oeste do Recife, quando integrantes da Jovem do Leão avançaram contra os da Explosão Inferno Coral, que estavam sendo escoltados a caminho do Clássico das Multidões.













