Usuários podem fazer download de fotos, vídeos e outros arquivos até o domingo (19), antes que a plataforma seja proibida no país.
Publicado em 15/01/2025 às 23:23
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O TikTok planeja encerrar a operação nos Estados Unidos no dia 19 de janeiro, próximo domingo, segundo a agência Reuters, caso a decisão seja confirmada. Essa medida segue um projeto de lei sancionado em abril de 2023, que exigia a venda do aplicativo para uma administradora dos EUA para continuar operando no país. A legislação inicial proibia novos downloads do app na Apple Store e Play Store, mas permitia que usuários antigos continuassem acessando o serviço até que uma nova medida fosse tomada.
A saída total do aplicativo nos EUA também representaria uma decisão mais radical do que o que foi proposto pelo governo americano. A legislação inicial proibia novos downloads do app na Apple Store e Play Store, mas permitia que usuários antigos continuassem acessando o serviço até que uma nova medida fosse tomada.
Com isso, quem estiver nos Estados Unidos e abrir o aplicativo de vídeos a partir de domingo verá uma mensagem pop-up que o levará a um site com informações sobre a proibição, segundo fontes ouvidas pela Reuters. Para os usuários, será possível fazer o download de todos os dados, ou seja: fotos, vídeos, informações pessoais e arquivos salvos até domingo.
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A ByteDance, empresa chinesa proprietária do TikTok, tinha um prazo inicial de 270 dias (9 meses) para vender a rede social para um administrador americano, o que não aconteceu.
O argumento que sustenta a proibição, de acordo com legisladores americanos, é que a plataforma representa uma ameaça para a segurança nacional devido à possibilidade do governo chinês acessar dados de cidadãos americanos.
Encerrar serviços desse tipo não exige planejamento longo. Por isso, caso a proibição seja revertida, o TikTok é capaz de reestabelecer o serviço para usuários dos EUA em pouco tempo, segundo a mesma fonte.
Ainda em dezembro, Donald Trump, que já havia vencido as eleições presidenciais, pediu à Suprema Corte dos EUA para adiar a suspensão do aplicativo, afirmando que negociaria com os proprietários chineses para “salvar a plataforma”. Essa tentativa de intervenção fazia parte de sua promessa de campanha para manter a rede social disponível para seus mais de 170 milhões de usuários no país.
Cerca de 60% da ByteDance pertence a grandes investidores, como os fundos BlackRock e General Atlantic. Os outros 40% são divididos igualmente entre os fundadores da ByteDance e seus funcionários. Além disso, a empresa também opera nos Estados Unidos, contando com 7 mil funcionários.
Tentativas de manter o TikTok nos EUA
Elon Musk, bilionário e dono do X (Twitter), tem a possibilidade de comprar o TikTok, caso um acordo entre o governo e o aplicativo não aconteça, segundo a Bloomberg.
Dois argumentos endossam a tese de que Musk teria interesse na plataforma: ter mais um amplificador de suas ideias e usar a rede para reforçar o apelo publicitário de suas marcas. Em abril, o bilionário disse no X que não concordava com o banimento do TikTok, mesmo que isso trouxesse benefícios para sua rede social. “Fazer isso seria contrário à liberdade de expressão. Não é o que a América representa”, escreveu.
Além disso, os laços entre China e Musk são estreitos, pois foi em Xangai que ele escolheu para erguer uma das maiores fábricas do mundo, a da Tesla, em 2019, e transformar Xangai na sua maior base de operação.


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