A ministra avaliou que o governo deve chegar a bons termos junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) na negociação sobre o decreto do IOF
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A ministra do Planejamento, Simone Tebet, afirmou nesta terça-feira (8) que as receitas advindas do aumento do IOF podem ser substituídas este ano, mas reforçou que haverá um grande desafio para as contas públicas em 2026. Ela garantiu que alternativas precisam ser apresentadas porque o governo não quer e não mudará a meta fiscal do ano que vem, de superávit de 0,25% do PIB.
“A questão é o desafio de 2026 e, aliado a isso, de novo, a gente já se programar para discutir alternativas, o que fazer em relação ao precatório de 2027 já no segundo semestre (deste ano) ainda que se vote em março do ano que vem. Eu tenho uma LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para apresentar no dia 15 de abril (de 2026) e tenho uma LOA (Lei Orçamentária Anual) para apresentar no dia 31 de agosto do ano que vem”, disse.
“Então, alternativas precisam ser apresentadas porque o governo não quer e não vai mudar a meta. Essa é a prioridade, a segurança jurídica, isso impacta no câmbio, isso impacta na inflação, impacta na queda de juros”, emendou aos jornalistas após participar da Comissão Mista de Orçamento (CMO).










