PRIVATIZAÇÃO
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Atualmente sob gestão da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), o metrô do Recife foi descrito pela governadora como “sucateado”
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O Sindicato dos Metroviários de Pernambuco (Sindmetro-PE) criticou duramente a decisão do governo federal de autorizar a concessão do sistema metroferroviário da Região Metropolitana do Recife à iniciativa privada.
A medida, publicada na Resolução CPPI nº 324, foi recebida com indignação pela categoria, que prometeu reagir em todas as frentes — jurídica, política e social.
Segundo o sindicato, a decisão contraria conquistas recentes dos trabalhadores, como o Acordo Coletivo Especial de Trabalho, firmado em novembro de 2024, que garante o vínculo público federal dos metroviários do Recife.
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O Sindmetro-PE vê na resolução um ataque direto à estabilidade dos funcionários e uma tentativa de esvaziar o compromisso com um transporte verdadeiramente público e acessível.
“A medida não nos pegou de surpresa, mas nos causa revolta”, afirmou a entidade em nota oficial, reafirmando que não aceitará a privatização do sistema.
O sindicato ainda anunciou que notificará o governo federal, exigindo participação ativa dos trabalhadores em qualquer processo decisório que envolva o metrô.
A Resolução CPPI nº 324 marca a transferência da coordenação dos estudos de concessão para o BNDES e abre caminho para que o Estado de Pernambuco assuma o sistema atualmente sob responsabilidade da CBTU.
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A governadora Raquel Lyra (PSD) celebrou a decisão e classificou o metrô como “sucateado”, destacando que a iniciativa privada seria parte da solução.
“Desde o primeiro momento em que a gente se colocou à disposição do povo de Pernambuco para governar o Estado, falávamos da necessidade de mudança no metrô do Recife. O metrô está sucateado, anda a 17 km/h, coloca em risco a população, e a gente tem trabalhado buscando soluções”, afirmou.
Para o Sindmetro-PE, no entanto, a privatização é uma ameaça, não uma solução. A entidade defende um metrô público, de qualidade e com tarifa social, e alerta que não permitirá que a categoria seja excluída dos debates sobre o futuro do sistema.
A mobilização dos trabalhadores promete esquentar o debate sobre o futuro da mobilidade na Região Metropolitana do Recife, em meio a negociações políticas e técnicas que ainda estão em andamento.
Confira a nota do Sindmetro-PE na íntegra
“NOTA DA DIREÇÃO
O SINDMETROPE manifesta sua profunda indignação diante da publicação da Resolução CPPI nº 324. Após diversos esforços e articulações realizados desde a última gestão, e depois de resistirmos à privatização mesmo sob um governo federal de extrema-direita — além de toda a luta pela retirada da CBTU do Programa Nacional de Desestatização (PND) —, essa decisão não é a resposta que a categoria esperava de um governo que se apresenta como representante dos trabalhadores.
A medida não nos pegou de surpresa, mas nos causa revolta. Tanto que o SINDMETROPE, além de ter como bandeira um metrô de qualidade, público e com tarifa social, promoveu, nos últimos tempos, a maior luta sindical pela proteção do emprego público federal de seus trabalhadores. Após inúmeras reuniões em Brasília, envolvendo cinco ministérios, a forte articulação política resultou na conquista do Acordo Coletivo Especial de Trabalho, assinado em novembro de 2024 — sendo a única categoria de trabalhadores do Brasil com essa proteção ao vínculo de emprego.
Esse é um ponto extremamente importante para os metroviários de Recife, pois o Art. 4º da Resolução CPPI nº 324, publicada hoje, revoga a possibilidade de criação da subsidiária da Superintendência Regional de Recife — diferentemente do que foi feito com os metroviários de Belo Horizonte. Isso só foi possível porque o ACE garante o vínculo empregatício público federal dos metroviários, impedindo que sejam transferidos para o Estado ou para qualquer concessionária da iniciativa privada.
Queremos dizer à nossa categoria que seguiremos firmes em todas as frentes de luta — jurídica, política e social. Sabemos que ainda temos um longo caminho pela frente, mas estamos totalmente dispostos a enfrentá-lo. Com a categoria unida em defesa dos empregos e de um transporte público, gratuito e de qualidade, manteremos nossa força e determinação na luta pelos nossos direitos.
Por fim, informamos à categoria que notificaremos oficialmente o Governo Federal e exigiremos respostas, transparência e a participação da representação dos trabalhadores em todas as etapas de qualquer processo — especialmente deste. Não aceitaremos essa ação e iremos ao enfrentamento. NÃO À PRIVATIZAÇÃO! Metroviários(as) unidos!
A Direção do SINDMETROPE”

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