Sidney Magal distribui rosas a fãs vestidas de cigana em show na Virada Cultural

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Sidney Magal distribui rosas a fãs vestidas de cigana em show na Virada Cultural


Piadas com a própria idade, homenagens a ícones da música brasileira e interação constante com a plateia marcaram o segundo show do cantor carioca Sidney Magal na Virada Cultural. O artista encerrou a programação deste domingo (24) no palco da Freguesia do Ó, na zona norte de São Paulo.

As canções ajudaram a espantar o frio que chegou com o fim da tarde. Em frente ao palco, um grupo de mulheres vestidas como a cigana Sandra Rosa Madalena dançou do primeiro acorde de “Palco”, de Gilberto Gil, até o encerramento com “O Meu Sangue Ferve Por Você”. Quando começou a música que dá nome à personagem, elas comemoraram aos gritos as rosas lançadas por Magal ao público.

A aposentada Tânia José Maria, 60, estava entre as fãs fantasiadas e conseguiu pegar uma das flores jogadas pelo cantor. Para ela, foi a realização de um sonho. “É meu ídolo desde os 12 anos. Hoje foi um dos dias mais felizes da minha vida”, disse à Folha.

Entre uma música e outra, o artista —conhecido como “amante latino”— conversou diversas vezes com a plateia. Dedicou o show ao amigo e músico Edy Star, morto em 2025. “Sempre que eu vinha a São Paulo, era ele quem me recebia”, afirmou.

Durante a apresentação, Magal também relembrou, em tom bem-humorado, o AVC sofrido em 2023. Após cantar “Me Chama que Eu Vou”, brincou que tinha receio de interpretar a música e “Deus ouvir”.

O cantor ainda comentou o público reduzido de sua apresentação no sábado (23), no Largo do Paissandu, no centro da capital, prejudicada pela chuva. Apesar disso, elogiou os fãs que enfrentaram o mau tempo e cantaram todas as músicas “na ponta da língua”. Na Freguesia do Ó, aproveitou para agradecer novamente a presença do público.

Na parte latina do repertório, antes de interpretar “Corazón Partío”, de Alejandro Sanz, Magal citou a versão em português gravada pelo grupo Menos é Mais e pediu que a plateia cantasse o refrão adaptado enquanto ele entoava a versão original. “Se fosse um pagode desde o começo, teria feito ainda mais sucesso”, brincou.



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