Especialista explica o limite de horas para ir ao banheiro e como o álcool aumenta as chances de problemas nos rins e na bexiga.
JC
Publicado em 16/02/2026 às 8:30
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A falta de banheiros químicos ou a simples vontade de não perder um minuto do bloco faz com que muitos foliões cometam um erro clássico: segurar a urina por longos períodos. O que parece inofensivo pode desencadear a chamada “cistite pós-festa”, uma infecção dolorosa que surge horas ou dias após a folia.
O alerta é do ginecologista e obstetra Carlos Leite, do Hospital Santa Joana Recife. Segundo o médico, a retenção urinária cria o ambiente perfeito para a proliferação de bactérias na bexiga.
“O ato de urinar funciona como uma lavagem natural. O jato empurra as bactérias para fora, impedindo que elas invadam a uretra”.
Quando seguramos o xixi, essa “limpeza” não acontece, permitindo que os microrganismos se instalem e causem infecções.
A regra das 3 horas: limites para homens e mulheres
O corpo humano tem um limite de segurança. Para as mulheres, que anatomicamente são mais propensas a infecções urinárias, a recomendação médica é não passar de 3 a 4 horas sem ir ao banheiro.
Já para os homens, embora o risco seja menor, o limite indicado é de menos de 5 horas. Passar desse tempo aumenta o risco de distensão da bexiga, o que pode levar o órgão a perder a capacidade de contração a longo prazo.
Sintomas da Cistite Pós-Festa
Quem já sofre com infecções de repetição ou bexiga hiperativa deve redobrar a atenção. Os principais sintomas que podem aparecer após o Carnaval incluem:
• Ardor ao urinar;
• Urgência urinária (vontade incontrolável);
• Dor pélvica e sensação de bexiga cheia mesmo após ir ao banheiro.
O papel do álcool: diurético e “anestésico”
O consumo de cerveja e outras bebidas alcoólicas agrava o cenário por dois motivos. Primeiro, o álcool é diurético, aumentando a produção de urina e o risco de desidratação. Isso deixa o líquido mais concentrado e irritativo para a bexiga.
Segundo, a bebida altera a percepção sensorial:
“A bebida pode reduzir a percepção da vontade de urinar”.
Ou seja, a bexiga enche mais rápido, mas o folião demora a perceber que precisa esvaziá-la, gerando uma sobrecarga perigosa.
Quando procurar emergência?
É fundamental diferenciar uma irritação passageira de uma infecção grave. O Dr. Carlos Leite alerta que, se surgirem sintomas como febre e dor lombar (nas costas), a busca por assistência médica deve ser imediata.
Esses sinais indicam uma possível “infecção alta”, que pode ter atingido os rins, exigindo uso de antibiótico venoso e até internamento hospitalar.
Dica final: Ao ir ao banheiro, nunca force o jato de urina. Esse hábito contrai o assoalho pélvico e pode gerar dores futuras. Relaxe e deixe o corpo trabalhar naturalmente.
Acompanhe a reportagem na íntegra:
]]>*Texto escrito com auxílio de inteligência artificial, com base em conteúdo original da Rádio Jornal, e sob supervisão e análise de jornalistas profissionais.
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