Sobre a mesa de Hugo Motta, provável futuro presidente da Câmara, estão pedidos que vão de cargos, gabinetes e acassação de Chiquinho Brazão
Publicado em 25/12/2024 às 14:54
| Atualizado em 25/12/2024 às 14:56
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EI, MOTTA, CADÊ VOCÊ?
O deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) deve ficar esperto e se dar conta que para chegar à cadeira de presidente da Câmara – como é bem provável que aconteça em 3 de fevereiro de 2025 – ele vai ter de fazer muitos acordos.
O PRIMEIRO DELES
É que já há, ao menos, cinco propostas legislativas em tramitação na Câmara dos Deputados, aparando as asinhas do Judiciário que vira e mexe se intromete nas ações do Legislativo, como agora na destinação de emendas parlamentares. “Ou ele toma posição clara e objetiva ou o Parlamento vai ser o anexo 2 do STF [Supremo Tribunal Federal]”, como confidenciou um articulador de sua campanha que acha que ainda é cedo para expor divergências.
ESPÍRITO DE CORPO
Tão logo as investigações se aproximaram do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), como um dos mandantes da morte da vereadora Marielle Franco (Psol) e seu motorista, Anderson Gomes, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), assegurou que “dentro do processo legal”, não haveria “procrastinação”. Preso desde 24 de março, e julgado no Conselho de Ética, que aprovou a perda de mandato, Lira nunca mais tocou no assunto
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EM COMPASSO DE ESPERA
À coluna Política em Brasília, a líder do Psol, deputada Erika Hilton (SP) disse que vai esperar a eleição da Mesa Diretora da Câmara, marcada para ter início em 3 de fevereiro, e cobrar do presidente eleito agilidade no processo de julgamento de Chiquinho Brazão que ainda recebe salário e mantém assessores empregados no gabinete, mesmo estando atrás das grades.
CHOQUE DE GESTÃO
Enquanto observava as borbulhas do espumante na casa de um amigo, o marqueteiro Sidônio Palmeira evitou comentar como têm sido seus recentes contatos com o presidente Lula da Silva (PT), mas antecipou que se vier, mesmo, a ocupar a cargo de secretário de Comunicação Social, a “Secom vai passar por mudanças estruturantes”. Quem conhece seu jeito discreto sabe que Sidônio vai chegar com equipe pronta e colocando a comunicação do governo de pernas pro ar, e cada vez mais digital.
PENSE NISSO!
Os governadores estaduais devem começar o ano se reunindo. Em contato com a coluna, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), disse que o encontro “é coisa pra ontem”. Ele e Ibaneis Rocha (MDB-DF) foram os primeiros a se manifestar contra o decreto do presidente Lula que restringe o uso de forças policiais em abordagens. As regras assinadas pelo Planalto tratam, também, da utilização de armas de fogo, entre outros.
“Essa interferência do governo federal na autonomia dos entes federados fere, mortalmente, a Constituição Federal”, disse Caiado.
Nas redes sociais, o governador goiano disse, ainda, que “o crime organizado está celebrando esse presente de Natal”.
O decreto que trás, também, a assinatura do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, transfere competência ao ministério para editar normas complementares, cuidar de monitorar ações e buscar financiamento.
É uma total interferência”, reage o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha.
Pense nisso!


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