Quem crê que Cristo ressuscitou dentre os mortos segue rumo diferente dos que não creem e este é mesmo ponto basilar dos demais ensinos
JC
Publicado em 19/04/2026 às 0:00
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
“E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã a vossa fé”. I Coríntios 15:14
Isso mesmo, sou incrédulo! Eu não creio em muitas narrativas divulgadas sobre a ressurreição de Jesus Cristo. Não sou do tipo que simplesmente acredita por causa de um consenso comum, quero examinar as evidências robustas primeiro.
Digo isso porque há inúmeras versões sobre o tema da ressurreição de Cristo, por ser um tema forte, divisor de polêmicas, posto que tem implicações fundamentais nas demais doutrinas decorrentes. Ou seja, quem crê que Cristo ressuscitou dentre os mortos, segue rumo diferente dos que não creem. Este é ponto basilar dos demais ensinos consequentes.
Então, vamos às teorias falaciosas: Primeira: a de que Jesus Cristo foi retirado da cruz ainda com vida. Alguns criativos filósofos, do passado, formularam esta teoria de que Jesus fora retirado vivo da cruz, em estado de coma, e que, ao repousar na pedra fria do túmulo, aos poucos foi recuperando as suas forças durante a madrugada da sexta-feira e o sábado, então, ao chegar a aurora do domingo se levantou, empurrou a pedra que lacrava o túmulo e saiu ao encontro dos seus seguidores que Lhe deram os cuidados necessários para a sua recuperação integral.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
Esta teoria não explica como um homem, cujo corpo havia sido dilacerado pelas chicotadas, socos e coroa de espinhos na cabeça, pregado na cruz com pregos enormes nas mãos e nos pés, e ainda tendo o seu lado perfurado por uma lança, conseguiu sobreviver. Além disso, o governador Pôncio Pilatos, antes de ordenar a sua retirada da cruz, certificou-se de que ele já estava morto. Outro fato, é que a pedra que guardava o túmulo pesava entre uma a duas toneladas e estava selada, lacrada, com o selo do governador. Nem um halterofilista em plena forma consegue remover uma pedra deste porte, que dirá um homem que perdeu todo o seu sangue!
Segunda: a de que o corpo de Cristo fora roubado pelos seus discípulos durante à noite, enquanto os guardas dormiam. Os sacerdotes que entregaram Jesus a Pilatos para ser crucificado, suplicaram a ele uma escolta para garantir que o seu corpo não seria roubado. Esta escolta era de doze a dezesseis soldados, devidamente armados, para guardar aquele sepulcro. Todos os discípulos de Cristo haviam fugido com medo de serem presos e crucificados também. Sabemos que enquanto uma parte da escolta dorme, a outra fica acordada. E esses fracos discípulos, medrosos, não iriam se atrever enfrenta-los. E, se todos estavam dormindo, como viram os discípulos roubando o corpo? E, se viram, por que nada fizeram para impedir?
Terceira: os mortos não ressuscitam, portanto, os apóstolos inventaram essa história para dar mais credibilidade à religião que inventaram. Essa é a teoria do Mito da Ressurreição. Os apóstolos fizeram a primeira proclamação pública da ressurreição de Cristo no Dia de Pentecostes, ou seja, cinquenta dias após a crucificação. Bastava os sacerdotes pedirem que Pilatos ordenasse uma exumação de cadáver para provar a mentira da ressurreição. E por que não o fizeram? Porque este cadáver não existia, o túmulo estava vazio. Além do mais, muitos sinais e milagres foram feitos em o Nome de Jesus Ressurreto, como prova de que Ele estava vivo e cheio do poder divino.
Concluindo. Entendem agora por que eu sou tão incrédulo no que respeita a essas teorias fantasiosas criadas para negar o fato incontestável da Ressurreição de Jesus Cristo? Os quatro evangelhos narram com integridade e coerência a história da prisão, julgamento, crucificação, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Além de tudo o que é descrito no livro de Atos dos Apóstolos pelo evangelista Lucas, e das demais Cartas Paulinas e Cartas Universais e do livro de Apocalipse. Toda a doutrina cristã tem a ressurreição como alicerce irremovível.
Jesus Cristo ressuscitou com um Corpo Glorioso, Imortal, Incorruptível e Eterno. Precisamos crer no Fato Histórico Real da vitória de Cristo sobre a morte, afinal, Ele é o Deus Emmanuel, Deus Conosco, que se fez um de nós. Na nossa ressurreição seremos semelhantes a Ele, teremos este mesmo Corpo Glorioso. A fé cristã, portanto, está alicerçada em fatos e certezas inquestionáveis.
Rev. Miguel Cox é mestre em teologia e pastor evangélico e membro da Academia Pernambucana Evangélica de Letras.

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik-ninho-de-joaodebarro-gran-2853644605.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)




/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik-vista-aerea-realista-de-f-2846021575.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)






/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/04/freepik-ninho-de-joaodebarro-gran-2853644605.jpg?w=150&resize=150,150&ssl=1)



