Como a própria governadora sublinhou, a campanha só começa em agosto e acontece até a eleição, em outubro, o que significa uma infinidade
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
“Pesquisa é um retrato do momento. Fico feliz se a população está aprovando o nosso Governo mas não vamos desviar o foco e continuar trabalhado”. Essas foram as palavras da governadora Raquel Lyra ao ser indagada pela imprensa esta quinta-feira sobre o resultado da pesquisa Datafolha, instituto nacional que vem fazendo levantamentos sobre o quadro pernambucano, e que, pela primeira vez, atestou que ela estána frente do seu principal adversário, o ex-prefeito do Recife, João Campos. Há um mês,João Campos tinha no mesmo instituto 50% das intenções de voto e ela 38%. De lá para cá ela cresceu 10 pontos e agora tem 48% e ele recuou 7 pontos caindo para 43%.
Como a própria governadora sublinhou, a campanha só começa em agosto e acontece até a eleição, em outubro, o que significa uma infinidade considerando o tempo político. Além disso o adversário é forte, conserva os 43% das intenções de voto mesmo depois de deixar o cargo de prefeito e até abril conseguia bater uma governadora candidata à reeleição com aprovação de mais de 60% – agora tem 67%, segundo o Datafolha. Não é para qualquer um.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
Foi essa realidade que levou os mais de 150 prefeitos que já apoiam a governadora a imaginar que ela venceria a eleição, como comentavam, a boca pequena, na Marcha dos Prefeitos realizada recentemente em Brasília, mas lá mesmo, na Capital Federal, eles previam que a hora da virada de chave viria mas não tão rápido quanto aconteceu. De qualquer forma, já ensinava Ulisses Guimarães, “ a política é como uma nuvem, você olha agora ela está de um jeito e segundos depois ela está de outro”.
Mas, independente de todas essas conjecturas, mesmo quando Raquel estava bem abaixo de João nos levantamentos quantitativos, o cientista político Adriano Oliveira, especialista em pesquisas qualitativas, que medem não a intenção de voto mas o sentimento dos eleitores, chegou a afirmar no programa Passando a Limpo da Rádio Jornal que, com base nos levantamentos qualitativos que vinha realizando, a governadora venceria a eleição e não se surpreenderia se isso viesse a acontecer ainda no primeiro turno. Ele explicava, na ocasião, que as pessoas estavam admirando a forma de trabalhar da governadora, tinham sentimentos bons em relação a ela e isso ia acabar se refletindo no momento da definição do voto.
Senado sem definição
A eleição para o Senado é a última a ser definida em uma eleição. A pesquisa Datafolha confirma isso apontando para um cenário que tem se repetido desde o início dos levantamentos. Marília continua em primeiro lugar e Humberto Costa em segundo, com 39% e 32%. Um segundo pelotão está embolado com Eduardo da Fonte (22%), Miguel Coelho (19%), Anderson Ferreira ( que não é candidato) com 16%.
Em seguida vem Carlos Santana, do Novo, com 6%, Fernando Dueire (PSD)com 4%e Paulo Rubem 03%. Há um segundo cenário em que sai Fernando Dueire e entra Túlio Gadelha e neste Túlio tem 8%. Além de Raquel ainda não ter definido seus candidatos, o que prejudica os nomes que podem compor sua chapa, 40% dos eleitores não definiram voto para o Senado ou admitem votar branco ou nulo. Muita coisa ainda pode acontecer.
André Teixeira não é candidato
A governadora Raquel Lyra já bateu o martelo e fez chegar aos candidatos a deputado federal em sua chapa que o ex-secretário de infraestrutura, André Teixeira, não disputará a eleição deste ano. Como adiantou este blog há alguns meses André deve ser mesmo confirmado como coordenador da campanha de reeleição da governadora, coisa que ele vem fazendo informalmente junto com o secretário da casa civil, Túlio Vilaça. Quem primeiro tomou conhecimento dessa decisão foi o deputado federal Fernando Monteiro, que é votado em Caruaru e seria muito prejudicado pela concorrência com André.
PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR:
O que é mais difícil – administrar o crescimento nas pesquisas para evitar euforia ou a queda nas mesmas?
Saiba como assistir aos Videocasts do JC











