Ex-ministro de Lula e Dilma, Patrus Ananias pediu tempo mas foi somente para “valorizar o passe”. A decisão já está tomada. Ele não retornará à Câmara
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
BARBA NON FACIT PHILOSOPHUM
O deputado Patrus Ananias (PT-MG) pediu um tempo, “razoavelmente curto”, para meditar sobre a proposta que já considera “irrecusável”: ser cabeça de chapa na disputa pelo governo de Minas Gerais.
— O chamado é importante para unir o partido em torno de um projeto popular, disse o petista, enquanto acariciava a barba como um pensador renascentista.
SOLUÇÃO CASEIRA
Como diz um petista graúdo do Vale do Jequitinhonha, “a meizinha pode até ser caseira, mas será certeira”. Em Minas, ninguém do PT engoliu direito a forma como Marília Campos ex-prefeita de Contagem ignorou os apelos vindos de todas as partes para que deixasse de lado o sonho de ocupar uma cadeira no Senado Federal e, em vez disso, disputasse o Palácio Tiradentes.
NADOU, NADOU…
O deputado Aécio Neves (PSDB-MG) desistiu de disputar a Presidência da República para “concentrar esforços”, mirando 2030.
NEM NADAR, NADOU
Já o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa nem vestiu a touca de natação. Quando viu a estrutura do Democracia Cristã, ou a falta dela, deu de ombros e voltou a ler Arthur Schopenhauer (1788–1860).
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
QUANDO NOVEMBRO CHEGAR
É o prazo de que mais se fala no Congresso Nacional por estes dias. No Senado, o presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) reconheceu que “temas polêmicos” não devem ser analisados antes das eleições presidenciais de outubro.
JÁ NA CÂMARA…
… o assunto mais polêmico, a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, “não tem como ser analisado quando o país debate quem será o presidente”, na avaliação de Aluísio Mendes (Republicanos-MA).
MANDOU BEM
Presidente da comissão que analisa a proposta de emenda à Constituição, disse que gostou da iniciativa do relator da matéria, deputado Mendonça Filho (PL-PE), de propor que a medida, após aprovada pelo Congresso, seja referendada pelos brasileiros nas eleições municipais de 2028.
PENSE NISSO!
O Barão do Rio Branco (1845–1912), patrono da diplomacia brasileira, teria ficado ruborizado se lesse o relatório do Ministério das Relações Exteriores encaminhado à Câmara dos Deputados sobre um alerta de que haveria risco de ação militar dos Estados Unidos em território brasileiro, a pretexto de combater organizações terroristas como o Comando Vermelho e o PCC.
O documento não cita uma única fonte. Muito menos apresenta qualquer indício da veracidade da informação. O ministro Mauro Vieira, crítico da decisão de Washington de classificar essas duas organizações brasileiras como terroristas, não deixa claro se sonhou com a ameaça, se consultou uma cartomante ou se anda praticando a cafeomancia – arte de adivinhar o futuro interpretando os desenhos formados pela borra de café no fundo da xícara.
Como dizia o professor de Filosofia Jesús Hortal (1927–2026): “Sem um pingo de cientificidade. Pura pirotecnia mental.”
Pense nisso!












