Projeto que cria a Universidade Federal do Esporte é sancionado; iniciativa busca ampliar a formação e a pesquisa na área esportiva

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
Pocket
WhatsApp
Projeto que cria a Universidade Federal do Esporte é sancionado; iniciativa busca ampliar a formação e a pesquisa na área esportiva


As atividades acadêmcias serão iniciadas em 2027 e, inicialmente, serão ofertados cinco cursos de graduação e cinco de pós-graduação lato sensu


Clique aqui e escute a matéria

O projeto que cria a Universidade Federal do Esporte (UFEsporte), aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro deste ano, foi sancionado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na última sexta-feira (3).

A universidade terá natureza jurídica de autarquia e será vinculada ao Ministério da Educação (MEC), com sede e foro em Brasília, no Distrito Federal. Nesta fase inicial, a instituição funcionará em um imóvel cedido gratuitamente pelos Correios por um período de dois anos, por meio de um termo de cessão de uso. Após esse prazo, a propriedade será transferida em definitivo para a União.

Embora seja vinculada administrativamente ao MEC, a UFEsporte será implantada em parceria com o Ministério do Esporte (MEsp).

‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}

‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}

A atuação conjunta dos dois ministérios busca fortalecer a formação acadêmica e profissional na área da ciência do esporte, incentivar a produção de conhecimento e apoiar o desenvolvimento do esporte de alto rendimento no Brasil.

Enquanto o MEC será responsável pela estrutura acadêmica e institucional da universidade, o Ministério do Esporte contribuirá para a formulação de políticas e ações voltadas ao setor esportivo.

O próximo passo será a criação de uma comissão interministerial de implantação. O grupo será responsável pela elaboração do estatuto, do regimento e pela definição do modelo de governança da nova universidade. O presidente e o vice-presidente da comissão serão eleitos na primeira reunião do colegiado, cuja secretaria-executiva ficará sob responsabilidade da Secretaria de Educação Superior (Sesu/MEC).

Ao longo de 2026, a comissão também definirá a estrutura acadêmica da instituição, incluindo os cursos que serão ofertados. O colegiado reunirá representantes do MEC, do Ministério do Esporte, da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), do Comitê Olímpico do Brasil (COB), do Conselho Federal de Educação Física (Confef) e do Instituto Santos Dumont (ISD).

Investimentos previstos

Para viabilizar a implantação da universidade, o governo federal estima um investimento inicial de R$ 80 milhões.

Desse total, R$ 60 milhões serão destinados à estrutura do campus por meio de recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), enquanto os R$ 20 milhões restantes serão aplicados na aquisição e construção de equipamentos esportivos, como campos de futebol e quadras poliesportivas.

Após a consolidação da unidade em Brasília, a UFEsporte prevê a expansão gradual com a implantação de campi em outras unidades da Federação.

Início das atividades acadêmicas

A previsão é que as atividades acadêmicas tenham início em 2027. A instituição oferecerá cursos presenciais, semipresenciais e graduações tecnológicas. Inicialmente, serão ofertados cinco cursos de graduação e cinco de pós-graduação lato sensu, com a meta de ampliar esse número para 11 cursos de graduação e atender até 3 mil estudantes em quatro anos.

Os cursos terão foco em áreas estratégicas, como ciência do esporte, gestão esportiva, educação física, medicina esportiva e reabilitação.

A UFEsporte também terá diretrizes voltadas à transformação social. A universidade atuará para promover a inclusão de pessoas com deficiência no paradesporto e garantir o acesso à educação formal para atletas em fase de transição de carreira.

Localização dos campi

Ainda de acordo com o governo federal, 0ss terrenos destinados à implantação da UFEsporte em Brasília  e Fortaleza, no Ceará, são resultado de um Negócio Jurídico Processual (NJP), firmado por iniciativa da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), em parceria com os Correios, o MEC e o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), para destinar imóveis à expansão da rede federal de ensino superior.

A negociação integra uma etapa preparatória para a quitação de uma dívida tributária dos Correios. Ao todo, cerca de R$ 400 milhões em imóveis serão transferidos à União.

O acordo prevê a adjudicação de imóveis — modalidade em que os bens são transferidos para quitar débitos tributários — destinados à instalação da Universidade Federal Indígena (Unind), criada pela Lei nº 15.418, de 28 de maio de 2026, e da UFEsporte, instituída pela Lei nº 15.457.

Além disso, o acordo também prevê, futuramente, a destinação de patrimônio para a criação do campus Iracema da Universidade Federal do Ceará (UFC).

*Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MEC.






Source link

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
Pocket
WhatsApp

Nunca perca uma notícia importante

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *